segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Hoje acordei cedo...


Fico sempre um bocado baralhado...

terça-feira, 11 de outubro de 2011

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Retalhos...


Entrei em direcção ao escritório. Bati à porta semi-aberta e entrei. Levantou-se para me cumprimentar. Fechei a porta atrás de mim e apreciei o seu sorriso por um momento. é bom quando sentimos que somos bem vindos.


Um beijo carinhoso e tesudo ao mesmo tempo, enquanto me mostrava o que estava a fazer.


Tivemos um dia uma brincadeira em que eu imaginava que lhe aparecia debaixo da secretária. Olhando para ela, debruçada, com um vestido informal, daqueles finos, que sobem com facilidade, não resisti a encostar-me para a sentir. Ao "aninhar-se", como que me convidou. Não resisti a brincar com os mamilos já duros de mulher tesuda. Ao mesmo tempo que o meu agrado crescia dentro das calças, não resisti a enfiar as mãos pelo vestido acima. Senti-a húmida, a chamar-me enquanto o seu aroma a tesão se libertava no ar.


Tirei-lhe as cuecas sem pressa. Fi-las descer ao longo das pernas ao mesmo tempo que a olhava nos olhos. Sentei-a na cadeira de pernas abertas e fiz o que tinha "prometido" na tal brincadeira. Deixei a minha lingua percorrer o interior das coxas, devagar, saboreando cada pedacinho de pele, até saborear o mel que já escorria, desejoso da minha lingua.


Fiquei assim durante o tempo em que saboreei a situação, o prazer, a nossa excitação, até que nos compusémos e tudo regressou à normalidade. Não era o momento para ir mais além. Só uma promessa do que poderia estar para vir mais tarde.


- Havia de ser lindo se ele soubesse...


- Porque não vais à sala e lhe contas?

domingo, 19 de junho de 2011

Esta semana estive num sitio...

Onde as ruas estão cheias de plantas de interior...
Onde o pessoal passa a vida a tentar imitar a "Maria Rueff"...
Onde, segundo um jornalista da televisão local, foi encontrada em Chaves uma moeda datada de "27 antes de Cristo"...

Não consigo deixar de gostar daquilo...

quarta-feira, 1 de junho de 2011

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Ai, as cabras...

Manhã tranqüila numa cidadezinha do sul das Minas Gerais (Arceburgo)


O padre estava em frente à igreja quando viu passar uma garotinha de uns nove ou dez anos, pés descalços, franzina, meio subnutrida, ar angelical,  conduzindo umas seis ou sete cabras.


Era com esforço que a garotinha conseguia reunir as cabras e fazê-las  caminhar.
O padre observava a cena. Começou a imaginar se aquilo não era um caso de exploração de trabalho infantil e foi conversar com a menina.


- Olá, minha jovem. Como é o seu nome?


- Rosineide, seu padre.


- O que é que você está fazendo com essas  cabras, Rosineide?


- É pro bode cobrir elas, seu padre. Tou levando elas lá pro sítio de seu João.


- Me diga uma coisa, Rosineide, seu pai ou seu irmão não podiam fazer isso?


- Pode não, seu padre! Já fizeram... Mas num dá cria... Tem que ser um bode  mesmo!

quarta-feira, 4 de maio de 2011