segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Bia 3


Quando se faz campismo selvagem sabe-se que a hora de montar a tenda é já de noite. A noite no areal é um manto protector que tudo envolve (desde que não haja luar).


Regressámos com o céu completamente tapado, e uma trovoada ao longe.


Entrámos na tenda e acomodámo-nos, embora dormir fosse naquele momento a última coisa que me passava pela cabeça. No entanto não é meu feitio “ir com muita sede ao pote”. Durante o jantar tínhamo-nos comportado como dois bons amigos e eu não tinha a certeza do que ia acontecer. Ou então estava armado em sonso, não me lembro.


Bia tinha-se virado de costas e parecia estar a dormir. Eu aproveitei para a acariciar suavemente ao longo do corpo. Ela era o tipo de pessoa ao pé de quem as minhas mãos ganham vida própria. Encostei-me um pouco a ela na perspectiva de lhe passar os lábios no pescoço exposto. Nesse preciso momento voltou-se e beijou-me. Um beijo terno mas lascivo que me envolveu. Ficámos a “namorar” por um bocado com a “tensão” a aumentar gradualmente.


A recordação do que aconteceu depois ofusca um pouco as memórias desta parte.


A trovoada tinha-se aproximado rapidamente e a luz dos relâmpagos começava a ser evidente. No entanto não chovia, parecia uma trovoada seca. Abrimos a tenda e ficámos a ver. Os meus lábios começaram a percorrer a zona do seu pescoço e ombros, a minha língua desceu pela coluna até ao “fundo das costas” que já ondulava.

A minha mão penetrou pelo espaço entre as pernas e acariciou-lhe a vulva por um bocado, aumentando a “ondulação”.


A trovoada estava cada vez mais perto. O espectáculo dos raios a cair na Serra da Arrábida (pára-raios do Outão) era hipnótico. Bia olhou para mim por um momento…


- Vamos lá para fora!


Saí da tenda e deitei-me na areia. Bia foi com a boca directamente ao sítio certo. O ambiente parecia tê-la soltado. Ou então era pressão acumulada. A sua boca absorvia em si o meu membro erecto e desejoso dela. Foi maravilhoso mas curto, porque logo de seguida “montou-me” fazendo-se penetrar. Lembro-me perfeitamente da sua expressão de prazer iluminada pela luz provocada pela tempestade.


Tudo isto estava a pôr-me doido. Ela subia e descia como que em transe. Não ousei mudar de posição. Tinha a sensação que se o fizesse ia “apanhar”.


A chuva começou-nos a cair em cima, primeiro em pequenas gotas misturando-se com o nosso suor e causando arrepios, e rapidamente com toda a intensidade.


O contacto da água fria, em vez de “acalmar”, excitou-nos. Bia ficou “doida”. Completamente encharcada fodia-me como se fosse a última coisa a fazer antes do dilúvio que nos arrastaria a ambos.


O dilúvio aconteceu, foi mútuo, mas não foi provocado pela chuva. Ficámos ambos estendidos na areia, a arfar de tamanha cavalgada, deixando que a chuva intensa que caía nos lavasse.


A trovoada passou pouco depois quase tão depressa como chegou. Ficámos na tenda, já secos a trocar carinhos até adormecermos.


No dia seguinte ficámos mais um pouco na praia e depois fizemos o caminho de volta. Enquanto caminhava lembrava-me da metamorfose operada pela trovoada naquela mulata carinhosa.


Encontrei a Bia com o Tomé no Verão seguinte, no sítio do costume. Eu estava com a minha namorada da altura. Eles tinham mudado de sitio vindo apenas de visita. Convidaram-nos para aparecer por lá. Quando me beijou em forma de despedida segredou-me:


- Vê lá se apareces mas sozinho!

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Bia 2

Atravessámos o Sado de barco em direcção a Tróia que ainda não estava em obras. A pé, avançámos pela areia até deixarmos o mundo para trás.

Passámos um dia parecido com o do Meco, com a diferença de que ali, éramos só nós, o mar, e a areia. Bia estava muito mais solta. Parecia uma criança a quem deixaram brincar na rua.

A te(n)são foi aumentando e ao pôr-do-Sol já os nossos corpos se procuravam sem nos pedirem licença. Beijámo-nos como quem quer sorver o mundo através de alguém, antecipando a hora em que a escuridão nos cobrisse com o seu manto protector.

Bia olhou-me nos olhos, sorriu ao tocar levemente no meu “entusiasmo”. Os seus beijos percorreram-me o tronco na direcção do “olho do furacão”. Pequenas dentadas dadas sobre os calções eram como choques eléctricos que me percorriam o corpo. Que tortura.

Baixou-me os calções cuidadosamente e começou a beijar-me. Eram beijos quentes, com os lábios entreabertos, em que a ponta da língua percorria o meu pénis que ansiava por ela. A língua tornou-se actriz principal e percorreu o meu sexo na sua plenitude até à glande, engolindo-a...
Deixou-se ficar assim enquanto a sua mão me massajava num movimento lento, terno mas compassado. Dentro da boca, a sua língua descrevia movimentos circulares à volta da glande como que a saborear devagarinho.

Ao fim de algum tempo de loucura, já num estado de excitação incontrolável, comecei a sentir os espasmos denunciadores (nunca cheguei a ir ao neurologista por causa disto), começando a movimentar as ancas. Nesse momento, Bia engoliu o meu sexo até à base. Assim ficou, subindo e descendo, até ao momento da “erupção”.

Puxei-a para cima e juntos saboreámos na sua boca o resultado de tal fenómeno da natureza.Fi-la sentar-se no meu peito, desviei-lhe o biquini para o lado. Era a minha vez de saborear o seu âmago. Expôs perante mim um dos clitóris mais maravilhosos que me foram dados observar, e eu nunca deixo de observar “de perto” e saborear tal maravilha sempre que a vida me presenteia com essa possibilidade.

Chupei-o para dentro da minha boca, massajei-o com a língua, e ao fim de pouco tempo fui presenteado com o sabor do seu orgasmo na minha boca. Veio-se demoradamente parecendo descarregar as tensões de todo o dia naquele momento em espasmos compassados.

Ficámos uns segundos deitados na areia e decidimos ir tomar banho com o Sol que mergulhava naquele momento.

Continua…

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Bia 1

Hoje vou falar da Bia. Poder-se-á perguntar porque é que escrevo quase sempre sobre memórias antigas. A verdade é que, ainda que poucas pessoas conheçam o meu blog e a mim em simultâneo, é sempre melhor falar de coisas antigas cujas pessoas são menos identificáveis. A protecção da intimidade alheia faz parte da minha maneira de estar na vida.
Porquê a Bia? Porque hoje vi na televisão, uma mulata que teve o condão de me devolver a recordação desta pessoa. Bem haja por isso. Adiante.
Verão de 1987, sítio do costume (um dia alguém é capaz de pensar que não tive vida sexual fora dali).Vou com o Paulo, companheiro de muitos e bons momentos, a passear á beira-mar e tenho uma visão retirada do “Paraíso”.
A poucos metros de nós, numa parte elevada da areia, vislumbro a tentação feita gente. Deitada em posição fetal com o ar de abandono mais sensual que já vi, está uma mulata maravilhosa. Não é hábito deste vosso nobre amigo ficar a OLHAR para alguém numa praia naturista até porque o decoro resultante da minha “formação aristocrática” não mo permite.
No entanto, não consigo alhear-me daquela visão que ameaça a minha pose “desinteressada” de nudista experiente…
Mesmo dia +/- 11.00 PM. Cheguei ao sítio onde costumávamos passar as noites. Um restaurante onde a partir de uma certa hora se tocava e cantava de uma forma expontânea e obviamente alcoolizada. Levava a minha guitarra comigo.Confidência: Acho que pelo facto de ser o habitual trovador de serviço, a vida me presenteou com algumas memórias que resultaram da visibilidade proporcionada por esse estatuto.
À porta do restaurante estava o Tomé, outro companheiro na jornada da vida que também aparecerá neste espaço com a frequência merecida. Tomé tinha uma característica. Conseguiu juntar á sua volta o grupo de pessoas mais depravado que me foi alguma vez dado conhecer.
Cumprimentei toda a gente , o grupo foi abrindo e eis que aparece no meio a minha musa cor de canela. Cumprimentei-a com o á vontade que o meu “estatuto” de membro daquele grupo me permitia mas com um prazer especial. Ela abriu um dos sorrisos mais lindos que já vi. Aquele sorriso foi a única coisa que eu “vi” naquela noite.
Ela esteve perto de mim toda a noite. Não estava permanentemente colada mas mantinha-se no meu “raio de acção”. Sentava-se á minha frente quando eu tocava… e sorria. Um sorriso franco e aberto, quase “selvagem” . A antítese do sorriso “misterioso. Aquele sorriso não tinha mistério nenhum. Havia uma reciprocidade de intenções que estava latente.
Saí para fumar um cigarro e apanhar ar. A noite ia alta e o álcool não a tornava mais fácil. Fui até ao carro que estava perto ouvir o “Morrison Hotel”, um dos meus programas de rádio favoritos. É pena que já não exista.
Não demorei cinco minutos a ter uma visita. Bia entrou-me no carro com aquele bendito sorriso. Não havia nada a dizer. Aliás tinha-se dito muito pouco em todo o processo mas mais que suficiente.

Beijou-me como se o tivesse feito toda a vida. A sua expontaneadade provocou-me uma erecção imediata. Sempre adorei mulheres com iniciativa. Não me intimida nada. O que me intimida é a dissimulação. Adiante.

Quando me passou pela cabeça agarrar-lhe na mão e "conduzi-la", já me subia pela perna dos calções acima (bendito hábito de andar sem cuecas), enquanto me olhava no fundo dos olhos.
Um novo sorriso denunciou a aparente satisfação pelo meu "estado".

Nesse momento ouviu-se a voz do Tomé a chamar por ela.

- Desculpa mas vou ter de ir. Vemo-nos amanhã na praia.

O resto da noite passou-se como se nada tivesse acontecido. Apenas Tomé esteve durante um bocado de "cara fechada" mas passou-lhe.

O dia seguinte, embora "tenso", não trouxe novos acontecimentos. Contou-me que tinha "andado" com ele uns tempos mas que já tinha acabado, embora ele não estivesse muito de acordo com isso. Aturava os ciumes dele porque não estava para abandonar o grupo por sua causa. Eu compreendia-a. Um dia falo deste grupo. Era deveras interessante.

De qualquer forma combinámos que no próximo fim-de-semana eu ia ter a Setubal e iamos passá-lo a Troia.

Continua...

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Ai a vida no campo...

Um homem entra em casa com uma ovelha nos braços. A mulher, deitada na cama, está a ler um livro.

Diz o homem:

- Olha amor esta é a vaca a que me atiro quando te doi a cabeça.

Diz a mulher:

- Se não fosses parvo verias que isso é uma ovelha não uma vaca.

O homem sorri e responde:

- E tu se não fosses tão bruta verias que estou a falar com a ovelha e não contigo.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Eu a ver se me lembrava de alguma coisa respeitável e saiu-me isto...


Há dois tipos de sonhos. Aqueles de que nunca nos lembramos e os que nos perseguem depois de acordarmos, nem que seja durante um bocado. Na semana passada tive um desses. Acordei com o sorriso de Maria no pensamento, o seu sabor na boca e uma tesão enorme.


O sorriso eu já conhecia à uma dúzia de anos, o sabor devia ser fruto da minha imaginação, a tesão… era recorrente. Algo que ela sempre tinha provocado em mim.


Maria foi a primeira ama das minhas filhas, numa altura em que estávamos os dois razoavelmente bem casados. Embora tivesse existido sempre alguma formalidade, sempre senti que tínhamos um “problema de pele”. Aqueles dois beijinhos que se dão diariamente em jeito de saudação eram na maior parte das vezes pretexto para de facto sentir a pele do outro nos lábios.


O seu cheiro perturbava-me desde o princípio. A partir de certa altura, principalmente quando ia lá sozinho, passaram a ser acompanhados de um roçar de cara e um ligeiro enlaçar da cintura. Tudo isso conjugado causava-me frequentemente “embaraços”. Uma vez em que o contacto foi realmente próximo ela sentiu claramente a erecção que me provocara. Sorriu ligeiramente corada. Eu também e ambos fizemos de conta que não era nada.


Além de encontros esporádicos – ela mora perto pelo que não é difícil – passei a vê-la com mais frequência a partir do momento em que as minhas filhas mudaram para a mesma escola do filho dela. Estava divorciada e muito menos “formal”. Quando demos por isso já nos tratávamos por tu. De vez em quando tocávamo-nos “por acaso”. À pouco tempo alguém apareceu em vez dela. Uns dias depois tomei coragem para perguntar e foi-me dito que agora era o ATL que o ia buscar.


Depois deste sonho tomei coragem e liguei-lhe. Estava em casa. Não podia sair porque estava em limpezas mas eu poderia ir lá a casa tomar um café se quisesse. Nesse momento tive a sensação que ás vezes o Universo conspira a nosso favor. Podia sentir o seu cheiro, a sua pele, à medida que subia no elevador do seu prédio.


Quando me abriu a porta ficámos um bocadinho embaraçados a olhar um para o outro. Maria não é especialmente bonita mas o visual despreocupado teve a capacidade de me perturbar. As calças largas de pijama, a camisola larga em cima, deixando um ombro à mostra e o cabelo apanhado davam-lhe um ar de miúda que condizia com o seu aspecto franzino.


Desta vez o nosso comprimento foi diferente. Diferente do que costumávamos ter, principalmente à porta da escola. Pegou-me na mão e convidou-me a entrar. Eu acariciei a mão que me oferecia e ela correspondeu. Já em casa beijámo-nos meigamente na face no meio de um abracinho daqueles que provocavam os referidos embaraços. Não me preocupei em disfarçar e ela também não. Enlaçou-me com um pouco mais de força. O segundo beijo foi parar “acidentalmente” ao canto da boca. Quando nos afastámos, a minha “alegria por a ver” notava-se de longe. Ela corou ligeiramente mas sorriu.


- Vou tirar café. Tens que vir para a cozinha porque a sala está uma confusão. Então lembraste-te de me ligar…


- É verdade. Imagina que hoje sonhei contigo… Como queria saber se estavas bem…


- Deve ter sido um belo pesadelo.


Estava de costas para mim a tratar dos cafés. A roupa fina que trazia, traía a falta de alguma coisa por baixo o que me estava a deixar ainda pior. Não me conseguia esquecer do meu sonho.


Aproximei-me …


- Então foi o melhor pesadelo que já tive.


Ficou um pouco tensa. No entanto não notei retracção pelo que me aproximei um pouco mais e disse-lhe quase ao ouvido:


- Ainda não tenho a certeza de estar acordado.


Virou-se para mim. Reparei imediatamente nos mamilos por debaixo da camisola. Fiz-lhe uma festa na cara terminando com a ponta de um dedo no pescoço. A minha mão tremia. Ela arrepiou-se. Cheguei-me para ela e encostei-lhe a face. Fiquei assim por um instante enquanto inspirava o seu cheiro. Beijei-lhe o pescoço. Aquela mulher tinha a capacidade de me provocar erecções quase instantâneas. Ao encostar-me a ela beijou-me ao de leve nos lábios colaborando no contacto pélvico. Depois pareceu arrepender-se…


- O café está pronto. Açúcar?


- Por favor.


- Não me chegaste a contar o famoso sonho.


Estava sentada do outro lado da mesa da cozinha e olhava-me num misto de descontracção e expectativa mal disfarçada enquanto eu bebia o café para ganhar tempo. Ela parecia saborear o momento.


- Não foi um sonho inocente…


Estava um pouco atrapalhado e ela saboreava cada momento. Levantou-se…


- Vem para ali que eu vou continuar a arrumar enquanto me contas.


“Ali” era o quarto. Começou calmamente a apanhar roupa do chão em silêncio enquanto eu não sabia por onde começar.


- Foi um sonho dos bons?


- Foi.


- Molhado?


- Quase.


- Vieste cá para acabar o sonho, ou para ver se correspondia à realidade? Tinha pousado a roupa em cima da cama e olhava-me com ar de “demora muito?”


- Não sei mas tenciono descobrir.


Puxei-a para mim e beijei-a. Ela empurrou-me contra o armário. A porta deslizou e “entrámos” pelo armário dentro. De repente dei comigo caído, com ela por cima de mim, no meio das camisas a rir à gargalhada. Estava de braços abertos contra o fundo do armário o que lhe fazia subir a camisola. O seu peito estava completamente suspenso a um palmo da minha cara. Beijei-lhe a barriga, sentindo aquelas mamas firmes embora grandinhas a “pousar” na minha testa. Subi com a boca enquanto lhe subia um pouco a camisola com a mão aninhando um mamilo entre os dedos e o outro entre os lábios. Já não podia mais. As próprias calças estavam a magoar-me. Ela endireitou-se e puxou-me para que me levantasse.


- Tenho a certeza que no teu sonho não foi assim…


Ia levantar-lhe a camisola quando me começou a desapertar as calças aproveitando para para passar a mão ao longo do “alto” que se adivinhava o que me fez estremecer. Olhava-me com uma expressão de “desculpa lá mas agora trato eu disto antes que alguém se magoe”.


Sentou-se na cama, puxou-me para si e começou a desapertar os botões, um a um. Eu sentia que se demorasse mais um pouco ia rebentá-los. Desviou-me as cuecas e o efeito foi o daqueles bonecos com mola que saem de dentro das caixas. Olhou para mim a sorrir e começou a passar a mão para cima e para baixo fazendo-me estremecer. Eu deixava-a ir. Estava melhor que no meu sonho e só podia melhorar.


Introduziu a cabeça entre os lábios, suavemente como eu gosto, massajando-a com a língua. Interrompi-a por um momento para lhe tirar a camisola depois de ter feito “voar” a minha. Estava a ficar sem força nas pernas à medida que ela o engolia suavemente. Se aquilo se arrastasse ia acabar antes de tempo. Eu não queria isso.


Baixei-me, empurrei-a suavemente para trás e agarrei-lhe no elástico das calças. Ela levantou imediatamente o rabinho permitindo-me retirar-lhas expondo um triângulo pequenino, por cima de uns lábios carnudos que chamavam pelos meus.


A minha língua mergulhou no meio deles à procura do seu amiguinho novo. Queria saboreá-lo, mimá-lo. Estava enorme, ansioso por ela. Ela foi mazinha com ele perdendo-se pelos lábios, virilhas, interior das coxas e depois voltou para ele. Queria puxá-lo para dentro da boca e enroscar-se nele. Mas também queria enfiar-se no buraquinho que ele guardava e sentir a mescla de sabores maravilhosos que ela tanto adora.


Maria ondulava as ancas ao mesmo tempo que me agarrava pelos cabelos parecendo ter medo que eu fugisse. O entumescimento do seu grelinho anunciava um clímax que eu queria partilhar.


Finalmente larguei-lhe as ancas e endireitei-me o que fez com que imediatamente se virasse e espetasse na minha direcção um rabinho maravilhoso que eu queria mais do que tudo contra a minha pélvis. Penetrei-a rápida mas suavemente querendo sentir todo o seu interior à medida que a cabeça explorava cada centímetro daquele buraquinho maravilhoso.


Os gemidos dela ouviam-se na casa toda à medida que a penetrava cada vez mais rápido. Senti-lo todo naquela cona desconhecida que parecia querer engoli-lo pôs-me louco e viemo-nos ao mesmo tempo de uma forma que parecia que a minha cabeça ia rebentar.


Os gritos dela ouviram-se com certeza numa boa parte do prédio. Ainda bem que não foi na minha casa senão estava a “festa” montada.


Ficámos deitados, em silêncio, até que ela me disse:


~Não me chegaste a contar o teu sonho…

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Lição de Marketing

Pronto, eu sei que esta já tem barbas, mas para alguém da área do Marketing, achei a conclusão algo interessante de partilhar.

Sábado à tarde o marido está em casa a ver um jogo de futebol, quando a mulher sai e volta
logo a seguir, dizendo-lhe:

- Querido, podes arranjar o meu carro? Ele parou de funcionar assim que
saiu da garagem...

- Consertar o teu carro? Estás a ver Fiat escrito na minha testa?

A mulher volta à carga:

- Então podes arranjar a porta do frigorífico? Ela não está a fechar bem...

E ele respondeu:

- Arranjar a porta do frigorífico? Estás a ver Siemens escrito na minha testa?

- Está bem - disse ela. Então podes pelo menos trocar a lâmpada da porta da
frente? Ela está queimada há semanas.

E o marido:

- Trocar a lâmpada da porta da frente? Estás a ver Philipps escrito na
minha testa? Eu não te aguento mais! Vou para o bar beber umas cervejas!

Assim fez e bebeu durante algumas horas. Entretanto, começou a sentir-se
culpado pela forma como tinha tratado a mulher e decidiu voltar para casa
e ajudá-la. Ao chegar a casa viu que o carro já estava na garagem e a luz
da porta de entrada já funcionava.

Dirigiu-se ao frigorífico em busca de uma cerveja e percebeu que a porta
do mesmo também tinha sido arranjada.

- Querida - perguntou ele - como é que todas estas coisas foram arranjadas?

E ela respondeu:

- Bem, quando tu saíste, eu sentei-me lá fora e estava a chorar. Então,
apareceu um jovem muito simpático, que me perguntou o que é que me tinha
acontecido e eu contei-lhe. Ele ofereceu-se para arranjar tudo, e eu só
tinha que escolher entre ir para a cama com ele ou fazer-lhe um bolo.

O marido disse:

- Então, que tipo de bolo é que lhe fizeste, meu amor?

Ao que ela respondeu:

- Helloooooooo! Tu estás a ver 'DANCAKE' escrito na minha testa?

Moral da história:

Marca que não dá assistência ... Abre espaço à concorrência.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Ups (3)

Tentou não dar a entender o embaraço provocado pela pergunta, feita de uma forma tão natural que a tornava ainda mais provocatória. Resolveu entrar no jogo.

- O que a levou a pensar que qualquer das conversas tivesse assim tanto interesse?

- ... Às vezes, num homem... o interesse é visivel...

- Entendo.

- Não me leve a mal. Não tenho nada contra. Pelo contrário.

- Pelo contrário?

- Costumo ter conversas dessas, exactamente da mesma forma... acho que hoje em dia é normal...

- Você é casada?

- Isso é importante? As pessoas quando casam não morrem.

- Claro...

- Sou casada mas não sou cega e acredite que há pouco vi perfeitamente...

- Não foi minha intenção. Peço desculpa.

- Porquê? Não o tomei como falta de respeito, simplesmente apareci na altura errada.

- ...

- Até acabou por ser giro.

- Giro?

- Às vezes é bom perceber que por detrás do profissional sério está apenas uma pessoa normal.

- Muitissimo normal...

- Pois. Nunca lhe apetece ser menos formal?

- Às vezes sim, mas tenho medo de acabar por misturar as coisas. Por vezes apetece-me conhecê-los melhor, falar mais sobre mim.

- Porque é que não o faz?

- Se calhar por falta de oportunidade. O ambiente de trabalho não convida muito...

- Desculpe-me a sinceridade, mas para falar na net já não há problema?

- É um escape.

- Quer falar-me dessas conversas?

- Estamos quase a chegar.

- Podemos parar pelo caminho, não tenho pressa.

- Só se me falar das suas.

Virou à direita e seguiu pelo Monsanto até parar num sitio discreto embora não demasiado afastado do mundo. No escuro do carro, apenas a luz avermelhada do rádio e o Dexter Gordon em fundo.Interrogou-se por um momento sobre o que estaria ali a fazer com uma miuda com metade da idade dele, num carro, no meio do Monsanto, quando devia era estar a caminho de casa.

A provocação da amiga devorava-o.

A sua postura timida estava a surtir o efeito esperado. Ela sentia-se no controle da situação, qual peixe no anzol que apesar de correr de um lado para o outro se vai aproximando inexorávelmente da praia.

- Não tem o marido à espera?

- Se o conheço nem deve vir jantar a casa. Hoje há futebol. E você?

- Tudo bem. O que lhe desperta curiosidade em mim?

- Podia perguntar-lhe a idade e o signo mas neste momento interessa-me mais saber o que lhe estava a provocar aquele inchaço nas calças.

- Tive duas conversas. Falamos da primeira e depois conta-me uma das suas. Então falamos da segunda.

- Muito bem. Começa você então.

- Estava a falar com uma amiga... como se chama agora... colorida.

- Ela estava onde?

- Em casa.

- O que é que ela lhe estava a dizer?

- Como gostava de me chupar...

- Humm... Interessante. Já o fez?

- Já.

- Ela fá-lo bem?

- Muito bem. Como vê não era nada do outro mundo.

- Para si era de certeza. Estava com uma tesão enorme.

- Obviamente. Parecia que a sentia a fazê-lo. agora conta-me uma sua?

A conversa estava a subir de interesse e, obviamente, a excitá-los. Ela mudou de posição ficando a olhá-lo nos olhos.

- Há uma pessoa que não conheço, nunca lhe vi a cara ...

- Já o ouviu?

- Sim. Não me interrompa senão perco o fio à meada.

- ...

- Disse-me para me tocar, quando estávamos em reunião...

- Na sala de reuniões?

- Exactamente. Não me vai despedir pois não?

- Continue.

- Disse-me para olhar nos olhos de alguém que me desse tesão quando me estivesse a vir.

- Fê-lo?

- Sim. Disse-me também para, a seguir, ir à casa de banho e tirar uma foto dela, ainda toda molhada e lha mandar.

- Fê-lo?

- Fiz. Acha-me louca?

- Não. Você fica linda quando se está a vir. Foi nos meus olhos que olhou, não foi?

- Foi... Sabia? Como...

Tirou o telemóvel, procurou uma foto, mostrou-lha.

- Não acredito...