domingo, 18 de dezembro de 2011

Cuidado com as abreviaturas...

Pensava o meu espírito inquieto em determinadas personagens que por vezes se encontram por aqui e lembrei-me de ir à Tabela Periódica ver o seu símbolo químico (sim, também o têm).

Eis senão quando, descubro que uma boa parte está perfeitamente identificada...

Novidades da Fá...

http://cronicasdafa.blogspot.com/

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Reflexão do dia...

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Esta fui buscar ao baú...





Algures num passado não tão distante como isso...

Ele, ela e eu. Quem eram? Será que isso é importante?

Já perto do final de uma noitada que levaria um metro de post a contar, começando por um jantar a três, continuando por uma visita ao escritório para ver as últimas novidades nos respectivos blogs, as fotos mais "interessantes" das últimas férias e acabando na cama onde já estávamos há horas nada perdidas, vejo-a a mamá-lo devagarinho, em movimentos longos que o fazem estremecer de prazer enquanto eu tenho o meu amiguinho completamente enterrado naquele rabinho maravilhoso que se me oferece.

Sinto-o a entrar e a sair. De cada vez em quea cabeça percorre o caminho ascendente, penetrando-a completamente, as nádegas encostam à minha pelvis e sinto na cabeça o fim do caminho. Está a ficar inchado, palpitante, impaciente pela sensação provocada por aquele canal quente e lubrificado que o aperta cada vez mais. Antes que ele estoire, porque certas coisas são para saborear, não para engolir e também para partilhar tiro-o, viro-a para ele e digo com um sorriso sacana:

"Já provaste este rabinho?"

Imediatamente penetra-a. A sensação daquele caralho até esse dia desconhecido a subir por ela acima está a pô-la doida. Mama-me desenfreadamente enquanto ele a fode. Sinto-o a perder o controle e viro-a novamente de costas para mim.

"agora sou eu..."

A penetração naquele cuzinho já tão apetente é um espectáculo. Entra todo de uma vez provocando um espasmo de prazer.

Ficámos naquela partilha durante um bom bocado enquanto ela tinha orgasmos consecutivos, até pela situação de sair um e entrar outro diferente logo a seguir até que um de nós se veio deixando aquele rabinho a escorrer um fio de leite pela perna abaixo. Quem foi? Isso ainda interessa menos, acho que ela nem soube...

Um pouco mais tarde:

- Esse rabinho hoje levou cá uma esfrega...

- Pois foi...

- Mas adorou...

- E pensar que andou tantos anos a pão e água...

- Ele não gosta?


- Não...

Ups...

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Preliminares...

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Hoje acordei cedo...


Fico sempre um bocado baralhado...

terça-feira, 11 de outubro de 2011

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Retalhos...


Entrei em direcção ao escritório. Bati à porta semi-aberta e entrei. Levantou-se para me cumprimentar. Fechei a porta atrás de mim e apreciei o seu sorriso por um momento. é bom quando sentimos que somos bem vindos.


Um beijo carinhoso e tesudo ao mesmo tempo, enquanto me mostrava o que estava a fazer.


Tivemos um dia uma brincadeira em que eu imaginava que lhe aparecia debaixo da secretária. Olhando para ela, debruçada, com um vestido informal, daqueles finos, que sobem com facilidade, não resisti a encostar-me para a sentir. Ao "aninhar-se", como que me convidou. Não resisti a brincar com os mamilos já duros de mulher tesuda. Ao mesmo tempo que o meu agrado crescia dentro das calças, não resisti a enfiar as mãos pelo vestido acima. Senti-a húmida, a chamar-me enquanto o seu aroma a tesão se libertava no ar.


Tirei-lhe as cuecas sem pressa. Fi-las descer ao longo das pernas ao mesmo tempo que a olhava nos olhos. Sentei-a na cadeira de pernas abertas e fiz o que tinha "prometido" na tal brincadeira. Deixei a minha lingua percorrer o interior das coxas, devagar, saboreando cada pedacinho de pele, até saborear o mel que já escorria, desejoso da minha lingua.


Fiquei assim durante o tempo em que saboreei a situação, o prazer, a nossa excitação, até que nos compusémos e tudo regressou à normalidade. Não era o momento para ir mais além. Só uma promessa do que poderia estar para vir mais tarde.


- Havia de ser lindo se ele soubesse...


- Porque não vais à sala e lhe contas?

domingo, 19 de junho de 2011

Esta semana estive num sitio...

Onde as ruas estão cheias de plantas de interior...
Onde o pessoal passa a vida a tentar imitar a "Maria Rueff"...
Onde, segundo um jornalista da televisão local, foi encontrada em Chaves uma moeda datada de "27 antes de Cristo"...

Não consigo deixar de gostar daquilo...

quarta-feira, 1 de junho de 2011

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Ai, as cabras...

Manhã tranqüila numa cidadezinha do sul das Minas Gerais (Arceburgo)


O padre estava em frente à igreja quando viu passar uma garotinha de uns nove ou dez anos, pés descalços, franzina, meio subnutrida, ar angelical,  conduzindo umas seis ou sete cabras.


Era com esforço que a garotinha conseguia reunir as cabras e fazê-las  caminhar.
O padre observava a cena. Começou a imaginar se aquilo não era um caso de exploração de trabalho infantil e foi conversar com a menina.


- Olá, minha jovem. Como é o seu nome?


- Rosineide, seu padre.


- O que é que você está fazendo com essas  cabras, Rosineide?


- É pro bode cobrir elas, seu padre. Tou levando elas lá pro sítio de seu João.


- Me diga uma coisa, Rosineide, seu pai ou seu irmão não podiam fazer isso?


- Pode não, seu padre! Já fizeram... Mas num dá cria... Tem que ser um bode  mesmo!

quarta-feira, 4 de maio de 2011

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Hoje, presenteado por um órgão de comunicação privilegiado que por razões óbvias não divulgo, fui informado que o episódio na Sala Oval de Washington (não sei se há mais para além desta) em que o, na altura Presidente, Clinton e a Monica Lewinsky andavam a trocar “mimos” orais foram devidos a um problema agora diagnosticado na Monica.

Afinal esta Senhora sofre de dislexia avançada.

O que se passou é que o Presidente lhe pediu uma salada de mamão e ao que ela entendeu mamada no salão…

Pelo Presidente tudo… e foi por isso que ela ajoelhou e rezou (várias vezes por o tipo adorava salada) em prol da Great Nation…

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Coisas que me assaltam o espírito...

Tendo em conta o que se esta a passar actualmente no Egipto, leiam e pensem neste assunto (JIHAD).


Bjs,FáPD

CONCLUSÕES QUE NUNCA SERÃO PUBLICADAS. O PERIGO DO ISLÃO E A RELIGIÃO CATÓLICA. O ALERTA.

http://www.breakthechain.org/exclusives/rickmathes.html



REUNIÃO DE SACERDOTES DE PRISÕES DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA (USA)



CONCLUSÕES DA REUNIÃO:



. A religião muçulmana, é a que mais cresce em número nos Estados Unidos, especialmente nos grupos minoritários.• No mês passado, assisti a uma classe de treino, para manter minhas condições de segurança no departamento de prisões do estado.• Durante a reunião, foram apresentados três dos intervenientes que dissertaram sobre o tema: Um sacerdote católico, um pastor protestante e um imã muçulmano, que nos deram diversas explicações. Na minha qualidade de capelão, interessava-me sobretudo o que o imã islâmico diria.• O imã, fez uma completa e detalhada apresentação da sua religião de base do islamismo, apresentando inclusive alguns vídeos.

• Depois das apresentações, foi concedido um tempo para perguntas e respostas.

• Quando chegou à minha vez, (Rick Mathes - Capelão de Prisões/USA) perguntei ao imã:

• Por favor, corrija-me se me engano, mas segundo entendo, a maioria dos imãs e clérigos do Islão, declararam a "JIHAD" (guerra santa), contra os infiéis de todo o mundo. De modo que matando um infiel, que é uma ordem para todos os muçulmanos, têm assegurado um lugar no céu. Se assim é... pode dar-me uma definição de infiel?

• Sem discutir minhas palavras, o imã disse: "São os não crentes".

• Questionei: Permita assegurar-me que o entendi bem: A todos os seguidores de Alá, é-lhes ordenado que matem a todo aquele que não é da sua fé, para poderem ir para o céu? Está correcto?

• A expressão da sua cara mudou de uma autoridade para a de uma criança apanhada em flagrante a ir à caixa das bolachas. Com ar envergonhado respondeu: ASSIM É!

• Acrescentei: pois bem senhor imã, tenho um verdadeiro problema quando imagino se o Papa Bento XVI ordenasse a todos os católicos que matassem todos os muçulmanos e que o Dr. Stanley ordenasse a todos os protestante que fizessem o mesmo para também poderem ir para o céu...

• O imã ficou mudo.

• Continuei: Também estou com um problema que é ser seu amigo, quando o senhor e os seus colegas, dizem aos seus pupilos que me matem. O que preferiria o senhor: a Alá que lhe ordena matar-me para poder ir para o céu ou a Jesus que me ordena amá-lo a si, para que eu vá para o céu e o leve comigo.

• Podia-se ouvir cair uma agulha no chão de tanto silêncio, quando o imã inclinou a cabeça de vergonha.



COM O NOSSO SISTEMA JUDICIAL LIBERAL E POR PRESSÃO DA "ACLU" (Organização Árabe Americana), ESTE DIÁLOGO NÃO SERÁ PUBLICADO.

"OU VIVEMOS TODOS JUNTOS COMO IRMÃOS OU MORREMOS TODOS JUNTOS COMO IDIOTAS! (Dr. Martin Luther King)

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

A revolta da galinha

Após a criação do mundo, Deus decidiu dar ouvidos às primeiras reclamações da história.

A primeira foi da girafa:
- Meu Deus! Que coisa é esta? Este pescoço enorme é completamente ridículo!
- Calma Girafa! Tudo foi pensado. Com esse pescoço comprido, além de poderes comer as folhas mais tenras, vai poder perceber a aproximação dos teus inimigos, muito antes dos outros e assim poderes defender-te.
A girafa ouviu e ficou convencida... afinal, era uma boa idéia.

Pouco depois entrou o elefante, injuriado:
- Caramba meu...Deus! Eu sou enorme, gordo e ainda tenho esta tromba toda na minha cara, isto é apenas para gozo dos outros?
Pacientemente, o Criador explicou:
- Com esse tamanho todo, nem o Leão, que é o rei da selva, terá coragem de te enfrentar e, além do mais, graças a essa tromba, és o único animal que pode tomar banho de chuveiro.
O elefante ponderou e chegou à conclusão que Deus tinha razão.

O terceiro animal da fila era a galinha, que entrou brusca, revoltada e sem sequer perder tempo, disse:
- Não me venhas com explicações! Das duas uma... Ou me aumentas o cu, ou vais ter de diminuir o tamanho do ovo, assim como está não dá...!!!

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

O texto que eu gostava de ter escrito

Composição efectuada por uma aluna de Letras (Fernanda Braga da Cruz), que obteve o primeiro lugar num concurso interno, promovido pelo professor da cadeira de Gramática Portuguesa (não faço ideia de onde).

" Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador.
Um substantivo masculino, com aspecto plural e alguns anos bem vividos pelas preposições da vida. O artigo, era bem definido, feminino, singular. Ela era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal. Era ingénua, silábica, um pouco átona, um pouco ao contrário dele, que era um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanático por leituras e filmes ortográficos.
O substantivo até gostou daquela situação; os dois, sozinhos, naquele lugar sem ninguém a ver nem ouvir. E sem perder a oportunidade, começou a insinuar-se, a perguntar, conversar. O artigo feminino deixou as reticências de lado e permitiu-lhe esse pequeno índice.
De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro.
Óptimo, pensou o substantivo; mais um bom motivo para provocar alguns sinónimos. Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeçou a movimentar-se. Só que em vez de descer, sobe e pára exactamente no andar do substantivo.
Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela no seu aposento.
Ligou o fonema e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, suave e relaxante. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela.
Ficaram a conversar, sentados num vocativo, quando ele recomeçou a insinuar-se. Ela foi deixando, ele foi usando o seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo.
Todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo directo.
Começaram a aproximar-se, ela tremendo de vocabulário e ele sentindo o seu ditongo crescente. Abraçaram-se, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples, passaria entre os dois.
Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula.
Ele não perdeu o ritmo e sugeriu-lhe que ela lhe soletrasse no seu apóstrofo. É claro que ela se deixou levar por essas palavras, pois estava totalmente oxítona às vontades dele e foram para o comum de dois géneros.
Ela, totalmente voz passiva. Ele, completamente voz activa. Entre beijos, carícias, parónimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais.
Ficaram uns minutos nessa próclise e ele, com todo o seu predicativo do objecto, tomava a iniciativa. Estavam assim, na posição de primeira e segunda pessoas do singular.
Ela era um perfeito agente da passiva; ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular.
Nisto a porta abriu-se repentinamente.
Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo e entrou logo a dar conjunções e adjectivos aos dois, os quais se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas.
Mas, ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tónica, ou melhor, subtónica, o verbo auxiliar logo diminuiu os seus advérbios e declarou a sua vontade de se tornar particípio na história. Os dois olharam-se; e viram que isso era preferível, a uma metáfora por todo o edifício.
Que loucura, meu Deus!
Aquilo não era nem comparativo. Era um superlativo absoluto. Foi-se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado aos seus objectos. Foi-se chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo e propondo claramente uma mesóclise-a-trois.
Só que, as condições eram estas:
Enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria no gerúndio do substantivo e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino.
O substantivo, vendo que poderia transformar-se num artigo indefinido depois dessa situação e pensando no seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história. Agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, atirou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva."


sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Esta merda...

...é embirração!!

http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1775739

Puta que Pariu!!

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Recebi um mail...

...que dizia:


Irritadas com a explosão da onda gay no mundo inteiro, as mulheres finalmente foram à luta e lançaram uma campanha mundial com a distribuição em massa desta T-shirt.



Eu também tenho Lingua

E daí?

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Crónica de um cota depilado

Este ano reparei numa coisa na praia. Toda a gente parece que faz a depilação. E por toda a gente entenda-se miúdos de 18 anos, coisa que eu quero desesperadamente parecer.

Olho para o meu grupo de amigos: temos todos barriga de cerveja, a maioria ou é careca ou está para ser e, pior, temos pêlos nos sovacos. E parece que ter pêlo no sovaco é coisa de velho. Vai daí, decido no outro dia entrar nesse fascinante mundo novo da depilação masculina.

Saco da minha Gillete e do meu aparador de cabelo e começo a minha demanda. Dura aproximadamente duas horas e no fim tenho a casa de banho com pintelhos na minha escova de dentes. Mas desde logo noto a evidente mudança: a minha pila parece visivelmente maior atingindo facilmente os 25 cm.

Com os pêlos do peito cortados pareço 20 quilos mais magro. E os tomates roçam de alegria um no outro, pela primeira vez desde os meus doze anos.

Rapidamente quero mostrar ao mundo a minha nova imagem, razão pela qual usei durante uma semana t-shirts de gola em bico até ao umbigo e calças de cinta descida.

O pior no entanto ainda estava para vir. Parece que uma semana depois do meu novo look, os pêlos começaram a querer crescer.

Neste momento não consigo caminhar dois passos sem ter que coçar os tomates. Não consigo sequer juntar as pernas pelo que pareço alguém que foi enrabado há dois minutos (imagem à qual t-shirts com gola em bico não ajudam). É impossível usar cinto de segurança, porque me toca no peito, e eu tenho alguns 2000 pêlos encravados incluindo nos mamilos.

Para a próxima, quando quiser parecer jovem e na crista da onda, começo mas é a fumar ganzas.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Quem "sabe" ...

video

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

A sério...


"A maior rede social do Mundo já provocou cerca de 28 milhões de divórcios, segundo um estudo realizado por advogados britânicos.


O Facebook está a ser responsabilizado pelo aumento do número de divórcios na Grã-Bretanha devido a conversas 'paralelas' que os utilizadores têm com os seus contactos.

O fenómeno já está, inclusive, a ser estudado por especialista que pretendem investigar o efeito das redes sociais na vida das pessoas, nomeadamente o Facebook.
Segundo um estudo realizado por um grupo de advogados britânicos, «mais de 20 por cento dos pedidos de divórcio, o que equivale a 28 milhões, fazem referência à rede social».
«A razão mais apontada é a proliferação de conversas inadequados, de teor sexual, com pessoas com quem os utilizadores não as deveriam ter», disse Mark Keenan, director-geral do Divórcio-Online.



SOL"

Sem me alongar muito sobre o assunto queria deixar algumas questões (de vez em quando convém que se tratem assuntos sérios nesta "tasca"):

1. Causa ou facilita?

2. Será uma infestante ou um purgante de relações podres?

3. O que serão "conversas inadequadas"?
 Gostava de ver este estudo realizado por cá... Desconfio que a percentagem era maior.

http://sol.sapo.pt/inicio/Vida/Interior.aspx?content_id=9957

Conversas...

Vai uma pessoa, a esta hora, comprar uma bilha de gás porque, óbviamente, a bilha de gás do aquecedor rendeu-se e ouve disto:

- Para a próxima veja se vem mais cedo porque a esta hora ...

- Obrigado.

- A sério. Tem sorte porque o meu colega ainda cá está.

- Se o seu colega não estivesse, não me vendia a bilha?

- Pois...

- Mas com ele cá pode vender a bilha...

- ...

- Por mim tudo bem :)

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Queria chamar a atenção...

... para o facto de esta pérola no ultimo post não ter sido descoberta por mim.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Há pintos...



O vigário de um vilarejo tinha um pinto como mascote, o Valente.

Certo dia, o pinto Valente desapareceu, e ele achou que alguém o

havia roubado.

No dia seguinte, na missa, o vigário perguntou à congregação:

-Algum de vocês aqui tem um pinto?

Todos os homens se levantaram.

-Não, não, disse o vigário, não foi isso que eu quis dizer.

-O que eu quero saber é se algum de vocês viu um pinto?

Todas as mulheres se levantaram..

-Não, não, repetiu o vigário... o que eu quero dizer é se algum

de vocês viu um pinto que não lhes pertence.

Metade das mulheres se levantaram.

- Não, não, disse o vigário novamente muito atrapalhado.

-Talvez eu possa formular melhor a pergunta:

-O que eu quero saber é se algum de vocês viu o meu pinto?

Todas as freiras se levantaram.

-Esqueçam, esqueçam ....vamos continuar a missa!!!!!!!!!!!!!!!!