quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Ele há dias...

Estou com vontade de apresentar uma queixa num lado qualquer.

Hoje aconteceu-me uma coisa... diferente. Engasguei-me. Não sei com o quê mas aconteceu. De um momento para o outro não conseguia parar de tossir. O ar não entrava, apenas saía. Comecei de facto a ver a coisa mal parada.

De repente acalmei. Parei de tossir. Senti-me muito mais calmo e relaxado. Já não estava engasgado, não estava a beber café... Estava em paz. Passaram-me pela cabeça pensamentos calmos... Estava bem...

Pensei que era a tal coisa da luz no fundo do túnel e fui andando. Até nem me estava a correr mal. A certa altura voltei para trás. Fiquei farto de não ver luz nenhuma. Absolutamente convencido que, no mínimo, algum engracadinho a levou para pendurar na árvore de Natal. Não há direito de se fazer uma merda destas.

Voltei... Estava um pouco baralhado. Uma parte de mim estava calma, apenas a precisar de um bocadinho para recuperar. A outra parte de mim olhava-me como se tivesse visto um fantasma. Disse que tinha visto a vida a desaparecer do meu olhar. Uma lágrima atrás de outra desciam-lhe pela face...

Gostava de encontrar o gajo que gamou a merda da luz. Não sei se lhe agradecia, se lhe partia a tromba.

A propósito: Faz hoje dez anos sobre a morte do meu Pai. Terá sido ele?

Amanhã vou lá passar. Se o conheço está no Algarve para a passagem de ano com a melhor gaja do talhão do cemitério.

Fazes-me falta...

Um bom ano para todos.

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Mensagem de Natal

Normalmente nesta altura estou com uma "telha" do caraças. Quem me conheçe sabe que é assim.
Chateia-me a hipocrisia vigente nesta altura. Somos todos muito amiguinhos, parece um jantar de empresa.
Já desejei às pessoas com quem, de facto me preocupo, aquelas coisas que no fundo lhes desejo o ano todo.
O que desejo a todos os outros é que tenham muita gente que, de facto, vos deseje tudo aquilo que eu desejei a essas pessoas.
Bom... tudo

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Generalidades

Um dia vi um post que não resisti a publicar e comentar aqui. Peço desculpa à autora que até julgo que conheço...

Você sabe qual é o risco de ter um ataque do coração durante o sexo?
Um em um milhão!

Acho que já lhe ia acertando. Dasssse

50% das pessoas sentem-se culpadas depois de se masturbar.

É a chamada culpa do...

A maioria das pessoas têm relações sexuais após o 5º encontro.

Dasssse...

As mulheres também tem sonhos "molhados".

Não!...

Quanto mais instruída é a mulher, mais ela vai gostar de receber e dar sexo oral.

Deve ser dos novos programas.

Mulheres que se masturbam regularmente são mais propensas a terem orgasmos.

Nunca me passou pela cabeça...

Somente 30% das mulheres têm orgasmos regularmente.

Por isso é que há cada vez mais blogs

90% das pessoas mentem sobre algum aspecto da sua sexualidade.

Tem a ver com ficar a fazer serão e outras tretas do estilo?

10% das pessoas usam brinquedos eróticos com vibrador.

Quem não tem Cão...

A maneira mais difícil da mulher atingir o orgasmo é através da penetração.

Pelo menos, é a que cansa mais.

O pênis e o clitóris são formados do mesmo tipo de tecido.

O algodão não engana.

5% das mulheres dizem que podem atingir o orgasmo através da fantasia, estimulação dos mamilos ou simplesmente apertando as coxas, uma contra a outra.

Olha que jeitinho que isso dá!...

Os mamilos da mulher podem aumentar de tamanho em 25% quando estão excitadas.

Isso não é nada...

Mulheres dizem que a grossura do pênis é mais importante que o comprimento.

Fico muito mais descansado...

80% das mulheres fingem o orgasmo.

Porque os gajos fingem os perliminares.

32% dos homens acham que gozam muito rápido.

Sem contar com os que nem têem essa noção...

Menos de 5% dos homens fingiram ter um orgasmo.

É um bocadinho mais dificil, não?

Ter sexo com outra mulher é uma fantasia comum entre as mulheres heterossexuais.

Cada vez mais é uma realidade.

De acordo com a pesquisa da revista Playboy, 1 entre 1000 homens consegue fazer sexo oral em si próprio.

Garganeiros!!

Quanto maior o espaço entre um orgasmo e outro a quantidade da ejaculação aumentará.

Quem será o génio que descobriu isto?

As mulheres retém 6% mais sêmen quando elas tem um orgasmo.

Lambonas!!

Na média, o homem chega ao clímax em 3 minutos.

Para a média ser essa, há alguns que levam 30 segundos...

Muitos homens acham que a parte mais excitante do sexo é quando sua parceira goza.

Não é?

Você sabia que a parte interna de sua narina incha durante a relação sexual?

Aí está uma informação que explica algo importantissimo: Aquela sensação de nariz tapado...

Nos países islâmicos do Oriente Médio é pecado e crime comer o cordeiro com o qual a pessoa teve sexo.

Acho muito bem...

Aproximadamente 1 em cada 5 homens tem herpes.

Vejam bem onde metem a boca.

Aproximadamente 1 em cada 4 mulheres tem herpes.

Isso é que é pior...

O sabor do sêmen é directamente afectado pelo que se come.

A mim já me disseram que são os copos...

O sabor da mulher é directamente afectado pelo que ela come.

A lógica é a mesma.

Vegetarianos têm um gosto melhor dos que comem carne.

Sabem a tomate biológico.

O preservativo ajuda o homem a controlar a ejaculação.

E de que maneira...

Mulheres australianas são mais propensas a terem sexo no primeiro encontro.

Logo vi que tinha sido mandado para aqui de castigo...

Casados têm menos actividade sexual do que os casais que vivem juntos.

Pelo menos entre eles...

Somente 45% dos maridos dizem que suas mulheres são boas de cama.

Provassem primeiro...

Mulheres que moram em cidades grandes estão mais propensas a ter um caso do que as que moram em cidades pequenas.

Têem mais opções e menos vizinhas a meter o nariz.

Na média, a ejaculação contém de 50 a 300 milhões de espermatozóides.

Desperdicio...

30% dos homens sofrem de ejaculação precoce.

Pensem na ministra da educação...

Mulheres que lêem novelas românticas tem mais sexo do que as que não lêem.

E quando os maridos estão em casa?

O nome ponto G foi dado devido a seu descobridor: Dr Grafenberg.

Olha se dessem o nome todo?

Somente 25% dos homens percebem que suas mulheres os traíram.

Mesmo assim, depois dos vizinhos...

Muitos homens nem sequer têm uma pista de quando sua parceira está tendo um orgasmo.

Pelo que me contam, alguns nem sabem que isso existe!...

Mulheres negras são mais propensas ao orgasmo do que as brancas.

Dêem uma voltinha pelo "You Porn" que percebem logo a razão...

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Retalhos


Entrei em direcção ao escritório. Bati à porta semi-aberta e entrei. Levantou-se para me cumprimentar. Fechei a porta atrás de mim e apreciei o seu sorriso por um momento. é bom quando sentimos que somos bem vindos.


Um beijo carinhoso e tesudo ao mesmo tempo, enquanto me mostrava o que estava a fazer.


Tivemos um dia uma brincadeira em que eu imaginava que lhe aparecia debaixo da secretária. Olhando para ela, debruçada, com um vestido informal, daqueles finos, que sobem com facilidade, não resisti a encostar-me para a sentir.



Ao "aninhar-se", como que me convidou. Não resisti a brincar com os mamilos já duros de mulher tesuda. Ao mesmo tempo que o meu agrado crescia dentro das calças, não resisti a enfiar as mãos pelo vestido acima. Senti-a húmida, a chamar-me enquanto o seu aroma a tesão se libertava no ar.


Tirei-lhe as cuecas sem pressa. Fi-las descer ao longo das pernas ao mesmo tempo que a olhava nos olhos. Sentei-a na cadeira de pernas abertas e fiz o que tinha "prometido" na tal brincadeira. Deixei a minha lingua percorrer o interior das coxas, devagar, saboreando cada pedacinho de pele, até saborear o mel que já escorria, desejoso da minha lingua.


Fiquei assim durante o tempo em que saboreei a situação, o prazer, a nossa excitação, até que nos compusémos e tudo regressou à normalidade. Não era o momento para ir mais além. Só uma promessa do que poderia estar para vir mais tarde.


- Havia de ser lindo se ele soubesse...


- Porque não vais à sala e lhe contas?

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Alegria no trabalho...


Já olhaste para debaixo da secretária? Não olhes!!


Imagina que estou lá.


As minhas mãos começam a correr suavemente ao longo das tuas pernas.


Não espreites! Alguém pode desconfiar. A tua expressão deve manter-se impenetrável.


Descalço-te um sapato e brinco com os dedos dos pés. Tento não te fazer cócegas. Podias trair a minha presença.


A minha lingua percorre o caminho desde o tornozelo, pelo peito do pé, até ao dedo grande que chupo suavemente. Imiscui-se entre os outros à medida que tos chupo provocando um pequeno espasmo. Serão cócegas? Os meus dedos sobem pelas calças acima provocando um ligeiro arrepio. Estás com "pele de galinha".


Calmamente desaperto-te as calças. Espero que o tipo em frente a ti não dê por nada. Com um breve levantar de ancas permites que as desça. A minha lingua, essa doida incontrolável, sobe pela tua perna ávida do sabor que imaginava há pouco.


Abres as pernas abrindo a passagem que desejo, chegas-te ligeiramente para a frente, recostas-te na cadeira, antecipando. A minha lingua encontra-a já humida à sua espera. Ela gosta que eu a chupe, que extraia dela tudo o que ela tem para dar. Não o faço já.


Percorre a zona das virilhas, embriagada com o aroma que a tua tesão liberta, saboreia a pubis e torna a descer ao longo da parte exterior dos lábios que se entreabrem chamando por ela.


Saboreia a parte interior passando ao de leve por entre os lábios. Toca ao de leve no seu amiguinho que já espreita... Calma! Não dês nas vistas!


Penetra devagarinho entre os lábios na zona do orificio. Massaja-o, saboreando o mel que dele começa a escorrer. Começas a ondular as ancas... Está quieta! Em certas altura há que "sofrer" sem dar nas vistas. Ela acaba as voltinhas à volta do buraquinho e sobre ao encontro do seu amigo que a espera como ela gosta: Inchado e molhado.


Primeiro mima-o suavemente, tapando-o consigo, continuas a ondular. Vais ser apanhada. Não te consigo ver a cara. Estás com aquele olhar de tesão que me põe doido? Chupo-o para dentro da boca. A sucção, acompanhada pela "tareia" que ela lhe dá na intimidade estão a produzir os seus efeitos. Estás a corar? Tu coras quando te faço isso. Será vergonha... ou tesão?


Não quero saber. A minha lingua também não. Ela já só quer lamber o teu grelo maravilhoso e duro, e ele corresponde, inchando. Está quase a explodir... Vens-te de mansinho (que remédio), apenas te trais no ondular da barriga que não consegues evitar e no olhar de tesão que faz com que o teu colega não saiba onde se há-de enfiar.


Já tenho na boca o sabor que queria, já me posso ir embora.

domingo, 23 de novembro de 2008

Sonhos...


"A porta está aberta. Não batas nem acendas a luz. Pode ser que tenhas uma surpresa"


A mensagem por sms não me saiu da cabeça enquanto voava pela auto-estrada, tal como agora, embora um pouco esbatida pelas sensações posteriores.


Ao chegar, vi a casa às escuras, nada que eu não estivesse à espera. Entrei, atravessei o jardim e dirigi-me para a sala de que tanto gostávamos à beira da piscina. A porta aberta deixava entrar o luar que a inundava, perante os meus olhos, habituados à fraca luminosidade do carro.


Em cima do sofá... Ela. Nua, linda, adormecida... Indefesa.


O ar quente da noite acariciava-lhe o corpo enquanto a alma, parecia pela expressão, ser acariciada por um qualquer sonho, capaz de a fazer feliz. Muito feliz... Pode sentir-se ciumes de um sonho?


Este sonho fazia-a ondular as ancas, aprofundava-lhe a respiração.


Adoro fazer fotos de nú. As minhas preferidas são a preto e branco e denotam abandono, conforto... Inocência. O "quadro" diante dos meus olhos parecia retirado de um qualquer recanto da minha imaginação, de uma fotografia perfeita. O luar que invadia a sala criava contrastes só sonhados. No entanto a luminosidade que a banhava era cálida... suave...


A expressão do seu rosto era a de quem estava a fazer amor consigo mesma enquanto as mãos começavam a percorrer as pernas sem pressas.


Não resisti à tentação de me despir, sentando-me numa poltrona que ficava em contra-luz. Dali, podia ver sem ser visto, qual espectador anónimo mas ao mesmo tempo participante, no sonho que se desenrolava perante mim.


Não sei se por algum ruido que fiz, ela mexeu-se. Ao mudar de posição ficou completamente exposta na minha direcção, qual convite para participar, embora de forma indelével, no sonho que a embalava.


As mãos percorriam o ventre em pequenos movimentos circulares, subindo para os mamilos, entumescidos pelo ar da noite... ou pelo sonho.


As ancas ondulavam cada vez mais à medida que os dedos se apertavam à volta dos mamilos.


Uma mão desceu ao longo do torso, pela anca torneada, invadindo a parte interior das coxas que se fecharam à sua volta.


Não conseguindo evitar tocar-me, passava mão ao longo do pénis, duro de desejo e invejoso daquela mão. ele crescia ao contacto como se, como de costume, fosse um dos "actores" principais daquela cena. A minha mão não conseguia parar de o acariciar. A mão dela também não.


Um aroma a sexo e a tesão começava a invadir o ar, misturando-se com o das flores do jardim. Da nossa tesão.


As pernas abriram-se permitindo à mão vaguear à vontade. A leveza dos dedos na caricia do centro do prazer punham-me com uma erecção enorme, que eu não conseguia deixar de percorrer, para cima e para baixo, lentamente... a sentir-me.


O movimento das ancas aumentava de intensidade. Ela acordou. Por momentos tive a sensação que me tinha visto. A obscuridade da zona onde me encontrava protegeu-me.


Meio a dormir, virou-se para baixo, fletindo uma perna para dar passagem à mão com que se continuava a mimar. A visão daquele cuzinho maravilhoso a subir e a descer, daquela mão que emergia por entre as pernas a um ritmo cada vez mais frenético, e dos gemidos de prazer cada vez mais fortes, faziam-me acelerar os meus movimentos ao ritmo do prazer mútuo que partilhávamos. O orgasmo veio mútuo... calmo... envolvente.


Ficou um pouco naquela posição enquanto o seu corpo era percorrido por espasmos de prazer. Levantou-se, foi à porta que dava para a piscina e disse num sussurro:


- Onde é que estás?


- Estou aqui... Viemo-nos juntos como de costume. Só foi um bocadinho diferente.

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Coisas que me assaltam a mente...


Tomo o teu peito nas mãos, virando-te para ele, expondo-te, oferecendo-te...


- Já viste bem a qualidade destas mamocas?


Ele sorri e aproxima-se. Com um olhar cumplice, passa um dedo pelo mamilo teso. Enquanto te começo a desabotoar o soutien ele, pausadamente, olhando-te nos olhos, desaperta, um a um, os botões da tua camisa. O soutien sobe e ele abocanha o mamilo erecto e expectante. Eu, invejoso, faço o mesmo no outro.


Ficamos assim por um bocado, a agarrar e a chupar, arrancando-te suspiros de prazer.


Há uma mão que te desaperta as calças e cujos os dedos se imiscuem entre as tuas pernas.


Quem será?...

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Ele há cada coisa...

Era mais uma noite de Inverno como tantas outras que tínhamos no sitio do costume e no restaurante do costume, já lá vão perto de 20 anos.

No Inverno costumávamos dormir no pré-fabricado, ao lado do restaurante, uma boa alternativa ás tendas quando fazia frio. Não éramos os únicos. Nessa noite estava eu, sozinho, Um filho da dona do sitio mais a namorada, bem como um casal amigo.

Ana era uma amiga colorida que eu apresentara a Jaime. A ideia era só dar uma voltinha mas ele resolveu “namorar”. Há tipos a quem não se pode apresentar as amigas sob pena de ficarmos num dilema. Temos de escolher entre prescindir da “amiga” ou “trair” o amigo. Nesse fim-de-semana eu tinha acabado de sair de uma relação de quase um ano e não estava muito entusiasmado. Ou estaria?

Depois de uma noitada de guitarra, à lareira, decidi ir para a cama. Ana concordou mas Jaime quis ficar mais um pouco. Nós fomo-nos deitar.

Ela chegou e enfiou-se na cama que já estava montada. Eu fui fazer a minha. Quando acabei fui dar-lhe um beijo de boa noite.

Debrucei-me sobre ela. Ficámos os dois a sorrir, arrisquei um selinho que acabou por não ser selinho nenhum. Os seus lábios abriram-se e a sua língua procurou a minha que se entrelaçou nela com saudade.

As nossas mãos exploraram os corpos enquanto nos beijávamos com tesão. Levantei-lhe a camisola expondo o peito generoso e bem delineado. Agarrou-me os cabelos quando lhe chupava e mordia os mamilos.

Não podíamos fazer barulho. Os outros estavam já deitados. Apenas a escuridão completa nos servia de protecção. Acabei por descer, um bocado a medo, e beijar-lhe o grelinho já inchado, chamando por mim. Também já tinha saudades dele. Beijei-o, chupei-o, enfiei-lhe a língua na cona até a pôr maluca, quase a dar estrilho.

Ouvi passos na direcção da barraca… apenas tive tempo de me enfiar na cama e fingir que estava a dormir.

Ele enfiou-se na cama e, passado pouco tempo disse:

- Possa, ainda não fiz nada e já estás toda molhada!...

Foi a gargalhada mais silenciosa da minha vida.

Jaime tinha uma característica. Era um pescador viciado. Ainda é, muitos anos depois.
Nessa manhã bem cedo pegou nas canitas e lá foi ele.

Sentindo-o ir embora – na verdade não tinha dormido lá muito – aproveitei para me enfiar na cama que estava de certeza mais quente que a minha. Ana ainda dormia. Beijei-a nas orelhas e no pescoço, encostei-me todo a ela. O contacto com o seu rabo pôs-me com uma tesão que chegava a doer. – Acho que não me tinha passado desde que nos deitáramos. Seria por isso que me doía?- A verdade é que ao sentir o meu pau encostado, a “bela adormecida” acordou imediatamente e começou a “ondular”.

Tínhamos dormido ambos sem cuecas pelo que facilmente ele encontrou o caminho para um sitio muito mais quente. Foi das penetrações mais deliciosas que tive na vida, até porque, depois do que se tinha passado, aqueles dois tinham estado a dar uma belíssima foda ali mesmo ao meu lado. Estava completamente maluco de tesão.

O prazer era tanto que decidi acalmar e saborear. Queria apenas senti-lo a entrar e a sair. Quando entrava todo batia no colo do útero o que me dava ainda mais tesão. Ela mordia a almofada para não fazer barulho.

- Já estás acordado?

Eram os outros que estavam a dormir no mesmo sitio, ligeiramente afastados.

- Estou, mas não fales que eu acho que a Ana ainda dorme.

- Ok.

Ela não aguentou e riu-se. Ali estávamos nós no meio de uma foda do melhor, a dar conversa aos outros como se nada se passasse, apenas com a escuridão a proteger-nos. A cena excitou-nos e viemo-nos no meio de risos. Foi uma boa maneira de disfarçar.

Eles não estavam a perceber nada mas não “apanharam”. Vim-me de uma maneira que fiquei com dores. Foi uma das melhores cenas que já tive.

Desculpa lá “Jaime”. Pesca…

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Outros tempos, outras vidas


Por vezes há imagens que me assolam o espírito.


Numa daquelas manhãs frias…


Em que o melhor sitio para se estar é num local confortável, com uma lareira acesa. As lareiras não são só confortáveis à noite. De manhã podem ser uma loucura. Nestas alturas costumo trazer o colchão para o pé da lareira e dormir aqui. Adoro o crepitar do lume a misturar-se com o barulho das ondas.


Desta vez não tinha medo que te perdesses. Já tenho a noção que segues com precisão as indicações que te dou. Hoje vou pôr-te à prova.


Bates à porta subtilmente. Está apenas encostada e abre-se ligeiramente. Chamas por mim, baixinho. Finjo que estou a dormir. Entras.


O sítio desconhecido deixa-te pouco à vontade mas vais vencendo isso. Estás numa casa desconhecida, com alguém “desconhecido”, entrás-te sem que te dissessem para o fazer, e agora olhas para mim e pensas qual será o próximo passo.


Pousas a bolsa e o casaco na cadeira mais próxima e ficas mais um pouco a ver-me dormir. Aproximas-te.


Fazes-me uma festa na cara, suavemente, não me queres acordar ainda. Olho-te sem que dês por isso. A indecisão entre acordares-me ou fazeres-me companhia está atormentar-te. Preocupa-te o que eu possa pensar? Deixa-te disso. Faz exactamente aquilo que te apetece! Foi para isso que vieste.


Descalças-te timidamente, levas a mão ao botão da saia… hesitas… e desaperta-lo. Tiras a saia, devagar, como que a poder recolocá-la a qualquer momento. De onde me encontro a vista está cada vez melhor, e a partir daqui só pode melhorar. Desapertas a blusa. Deixa-la cair no chão, em cima da saia. O soutien é pousado a medo no montinho que vais formando. Com cuidado enfias-te na cama.


- Não achas que está calor para vires para aqui com tanta roupa?


Ficas a olhar para mim sem saber o que dizer. Sorrio.


- Desde quando é que se entra na cama de alguém, de cuequinha?


- Tens estado a ver-me…


- Desde que entraste. Bom dia.


Ergo-me e beijo-te suavemente os lábios. Suavemente agarro nelas. Levantas o rabo para que tas tire. Não deixas de me olhar nos olhos. Eu também não.


O teu olhar tem uma mistura de inquisição com vulnerabilidade e excitação. A situação desconhecida faz-te sentir vulnerável e isso excita-te. Não sabes o que vai acontecer ou pelo menos como vai acontecer. Nem eu quero que saibas. Isso tira parte da tesão.


Debaixo do colchão tiro um lenço de seda que guardei antes de me deitar. Ternamente vendo-te os olhos. Hoje não quero que vejas. Quero que sintas. A privação sensorial é muitíssimo excitante. A partir de agora tenho de ter cuidado com os ruídos. Tiro da gaveta do armário as algemas com peluche e ponho-as nos teus pulsos passando-as à volta do pé da mesa que está ao topo do colchão.


Estás vulnerável, nua, de olhos tapados, braços esticados em direcção ao pé da mesa. Eu admiro-te impunemente. Como eu gosto disso. Ver-te sem que me vejas é algo que me deixa louco.


Não tenho possibilidade de te prender as pernas. Ainda bem. Assim posso afastá-las sem que te seja desconfortável. Acendo uma vela aromática. Adoro estas velas. Têm uma parte de chocolate, outra de baunilha e outra de café. São-me altamente afrodisíacas.


Começas a mexer-te, pouco à vontade pela falta de controle da situação. Os teus movimentos revelam excitação, antecipação.


Do frigorifico tiro algumas pedras de gelo que guardo no copo de ontem à noite. Ao ouvi-las cair no copo mexeste-te ligeiramente como que a tentar perceber o que se passa. Um beijo quente envolve-te o mamilo já erecto. Não evito chupá-lo ligeiramente. O contacto da pedra de gelo tem o condão de o pôr duro e pequenino. Muito duro.


Mexes-te denunciando a tesão provocada. Não me aproximo demasiado para que não notes a erecção que me invade. Vou descendo com a pedra pela tua barriga, percorro a linha da cintura, novamente o abdómen.


Pego na vela e deixo cair um pingo de cera em cima da tua perna. De alto para não te queimar. Quero apenas que não saibas onde vai ser a próxima sensação e se vai ser de frio ou de calor.


O meu controle da situação é completo. Estás vulnerável, nua, exposta. Eu gozo com o prazer de decidir o que te vai acontecer a seguir e com o teu prazer provocado pela tua vulnerabilidade. Ficamos assim por um bocado, alternando gelo com pingos de vela, com contacto de lábios e alguns beijos que nunca sabes se e quando vão acontecer.


O facto de não me conseguires agarrar começa a irritar-te. Beijo-te a púbis, devagarinho, com calma. Não enfio a língua entre os teus lábios.


Quero torturar-te mais um pouco. Passo o caralho completamente teso nas tuas costelas, desde a cintura até ao sovaco. Isso tem o efeito esperado. Começas a dar mostras de impaciência. Passo a cabeça no teu mamílo tão teso como ele e a seguir nos teus lábios. A tua língua procura saboreá-lo. Eu deixo. Permito que os teus lábios envolvam a glande sequiosa deles. Não resisto a fazê-lo penetrar na tua boca enquanto a minha se dirige para a tua cona. Já não são brincadeiras, é tesão aquilo que sinto e já não consigo controlar.


A minha língua penetra na tua cona completamente molhada e sequiosa dela. O teu grelo está inchado pela tesão que te invade. Começo a trabalhá-lo. Sinto-te com espasmos cada vez mais fortes. Quero que te venhas na minha boca. Com grande pena minha não te posso continuar a deixar chupares-me. Não me quero vir já e isso iria acontecer rapidamente. Não quero ser egoísta…


Abro-te as pernas e continuo a chupar-te. Evitas fazer barulho, deitar cá para fora aquilo que te invade. Quero fazer-te gritar de prazer. Para já contento-me com a tua respiração profunda e um ou outro gemido incontido. No entanto sinto nas entranhas o que vai acontecer.
Os teus espasmos são cada vez mais violentos. Não consegues ou já não queres controlar-te. Os teus gemidos são quase gritados. Pedes que te penetre. Temos tempo. Quero saborear o teu orgasmo. Senti-lo-ei mais tarde…


O teu grelo parece que vai rebentar quando te vens. Um grito abafado enquanto me dás a provar os fluidos resultantes do teu prazer e me apertas a cabeça entre as pernas. Calculo que se pudesses agarravas-me pelos cabelos… mas não podes. És minha prisioneira. Acalmas, pedes-me que te liberte… a tortura ainda não acabou.


Viro-te ao contrário, beijo-te as costas demoradamente, Quero explorar-te, sentir a tua pele nos meus lábios. Desço com a língua pela coluna. Mordo-te o rabo carinhosamente. A minha língua percorre demoradamente as tuas pernas até ao calcanhar que mordo suavemente. Chupo-te os dedos demoradamente, um a um, subo pelas pernas novamente. A minha língua brinca no teu ânus. Estremeces… continuo a brincar… começas a mexer-te novamente. Espetas o cuzinho na sua direcção. Forço ligeiramente a entrada. Suspiras. Mantenho as tuas pernas fechadas enquanto te monto.


Pedes novamente para te libertar. Tenho o domínio completo da situação. Isso dá-me uma tesão louca. Tenho o teu rabo à minha mercê e tu estás vendada e algemada. Passo a cabeça à entrada do teu ânus, para cima e para baixo, enquanto vais fazendo movimentos ondulantes ao senti-lo encaixado no rego a subir e a descer. Não vou fazer o que me apetece, pelo menos para já.


Levantando-te ligeiramente, faço-o passar para a zona da vulva. Adoro masturbar-te com a cabeça. Tu também. Suspiras profundamente e os teus movimentos tornam-se mais pronunciados. Ficamos assim um bocadinho com a tesão a aumentar até que te penetro, primeiro só a cabeça até desejares mais e depois todo, dentro de ti, entre os teus lábios maravilhosos. Não consigo evitar os espasmos que me percorrem enquanto te fodo. Não quero que acabe já.


Liberto-te uma mão, apenas uma, faço-a passar por baixo de ti, até à tua cona. Quero que te masturbes enquanto te faço o que me apetece à muito.


Tiro-o e encosto-o à entrada do teu ânus. Pressiono ligeiramente mas não forço. Quero que sejas tu a enfiar-te nele, à medida que te é confortável. Apesar da tortura que me provoca, não te quero magoar. Queria enterrar-to todo de uma vez, mas espero que sejas tu a fazê-lo. Os teus movimentos provocam a entrada da cabeça. A partir daqui é só ir com calma. Soltas um pequeno guincho enquanto ele vai entrando todo. O contacto do teu cuzinho na minha pélvis e alucinante.


Masturbas-te cada vez mais energicamente enquanto o meu caralho entra e sai, já com facilidade. Estás-te quase a vir, eu também.


Libertamos em simultâneo a tensão acumulada ao longo do processo. Quase me esmagas o caralho quando te vens. É impossível porque ele está duríssimo e descarrega em ti tudo o que, hà muito tempo, tinha vontade de te dar.


Liberto-te finalmente. Viras-te para mim. Beijo-te os olhos depois de te tirar a venda…


- Queres trocar?


"Escrito em Out/06"

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Vem cá... (Apeteceu-me republicar isto)




Ajoelha-te.


Deita a cabeça no meu colo. Roça a face no alto que a tesão forma nas minhas calças.

Desaperta-as. Tira-o para fora. Está esfomeado de ti, dos teus beijos, da tua boca a envolvê-lo, a chupá-lo.

Não te vou vendar. Peço-te apenas para não olhares para trás independentemente do que acontecer. És capaz? Se fizeres batota não terás todo o gozo que te quero proporcionar. Concordas. Sabes que eu vou estar com atenção.

Continuas a chupar-me. Concentras-te nisso para não cederes à tentação. Já sentiste outra presença na sala. Ele tem o cuidado de não se colocar no teu campo de visão. Se quiseres saber quem é terás que olhar para trás e quebrar o nosso trato.

Ele está a observar a forma como te ofereces, como te expôes, enquanto me chupas.

Uma breve troca de olhares e sentes pela primeira vez o seu contacto. A sua lingua ao longo do teu calcanhar pela perna acima. Não era isso que esperavas? Paciência, assim tem mais graça. O inesperado...


Um liquido tépido é derramado no rio que se forma ao longo das tuas costas. Dou-te uma pequena ajuda segurando-te a cabeça para que não olhes instintivamente. é a primeira e última vez que o faço.

A lingua desconhecida que desce ao longo das tuas costas sorvendo o liquido derramado faz com que, por momentos pares de me chupar para logo recomeçares. Estremeces quando ela penetra no rego desse cuzinho maravilhoso e a ponta se imiscui gulosamente no anus para logo seguir em frente, com um objectivo defenido.

Continuas a chupar-me enquanto aquela lingua desconhecida percorre todo o teu sexo, sorvendo o mel que segregas. Não percas a concentração no que estás a fazer. Os teus movimentos traem-te.

Ele pára o que está a fazer, coloca-se atrás de ti e brinca com a cabeça na tua vulva, percorrendo terrenos já conhecidos da sua lingua. Fica assim um bocado, aumentando a cada minuto o teu desejo de o sentires invadir-te.


Deixo-te sofrer mais um pouco. Passa-me pela cabeça o desejo que peças. Não o faço para não criar constrangimentos desnecessários. Ainda não estás nessa fase.

Uma troca de olhares e ele começa a entrar em ti. Sentes cada centimetro desse caralho desconhecido a desvendar-te sem o poderes impedir, nem sequer saberes a quem pertence.

Após a penetração completa sucede-se o movimento de vai-vem, até ao fundo de cada vez, enquanto as suas mãos te agarram nas ancas puxando-te para ele quando se enterra em ti, cada vez mais forte, com mais tesão.

A tesão provocada pela cena que disfruto, bem como o prazer que me dás, fazem-me vir de uma forma maravilhosa. O sabor do meu semen excita-te ainda mais.


Vens-te com ele enquanto te seguro na cabeça para não cederes à tentação de olhar no último momento, quando com mais uma troca de olhares lhe "digo" que está na sua altura de sair.

Estás numa espécie de transe, completamente abandonada à situação. Levanto-te, olhas à volta pensativamente... Dele? apenas o fio de semen que te escorre pela perna.

Até à próxima...

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Pela boca morre o peixe (2)

A gargalhada generalizou-se naquela mesa. A de ana era nervosa, pelo menos por um momento enquanto prometia a si própria que a vingança não se faria esperar. Apertava-me a mão com toda a força enquanto me olhava nos olhos. Quando afroxou, levei-a aos lábios e, deseducadamente, beijei-a calma e demoradamente, não desviando o olhar. Ela apenas o desviou por momentos para ver a reacção das outras. As parvas do costume, continuavam a rir, o sorriso de Sónia fê-la corar ao olhar-me de novo, altura em que retirou a mão.


Sentei-me e recomecei a conversa com Sónia, que estava a curtir que nem uma parvinha. Ela adora este tipo de situações, desde que não sejam com ela. Tocava-me com o pé por baixo da mesa de cada vez que surpreendia Ana a olhar para mim de esguelha ao mesmo tempo que conversava com as outras duas. a conversa que já tinha "azedado" ligeiramente, era agora mais descontraida e girava à volta do que leva as pessoas a escrever um blog (Não que eu tenha o costume de escutar as conversas alheias...). Vindo de três pessoas que nunca tinham tido nenhum, era, no minimo, interessante. Sónia meteu-se na conversa. aproveitei para vir à porta fumar um cigarro e falar com o porteiro, conhecido de longa data e outros carnavais.


- Posso ser indiscreta?

Afinal não tinha sido o único a quem apetecera vir à rua... A mão dela pousara discretamente na minha cintura, enquanto o peito se encostava às minhas costas.

- És livre de perguntar o que quiseres, tal como eu de responder ou não.

- Qual é a tua relação com a Sónia? Noto uma grande cumplicidade.

- Somos amigos, nada mais. Há vinte anos, daí a cumplicidade. Pensei que ias perguntar outra coisa.

- Posso?

- Já disse que sim.

- As coisas que escreves são verdade, ou é só imaginação?

- Imaginação.

- Costumas mentir com frequência, ou estás só a embirrar comigo?

- Costumas fazer juizos sem conhecer as pessoas ou estavas só a embirrar comigo?

- Convenhamos que não é fácil de acreditar naquilo tudo.

- É imaginação minha.

- Certas coisas não aparecem do nada, mas se não queres responder...

Sentia o mamilo a endurecer através da t-shirt. Virei-me para trás, olhei-o directamente...

- Vamos para dentro. Estás a ficar com frio.

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Pela boca morre o peixe


- Hoje contei-lhes do teu blog.



- A quem?



- Às minhas colegas da Pós-Graduação...



- ...



- Não me estás a ligar nenhuma. quem é que vem aqui ter?



- Ok... estava noutra, desculpa.



- Eu conheco-as...



- A Luisa e a Carla sim. a Ana não.



- Vem mais alguém?



- Não. Hoje vais parecer um pastor.



- Eu vim beber um copo contigo. Quanto ao resto...



- Já sei que as "adoras"...



- Não gosto nem desgosto. São um bocado sonsas, só isso. Devem vir ainda mais emproadas.



- Não lhes disse que o Blog é teu.



- Ainda bem.




Continuámos a beber a "poncha" de maracujá que de poncha não tinha nada mas refrescava. A noite precisava disso. Estava quente e a malta na "24 de Julho" não parava de chegar, embora fosse cedo.




Não tenho muita pachorra para grandes confusões. Nunca tive. Sítios onde as pessoas têem que gritar para o vizinho do lado as ouvir sempre me fizeram "urticária". Felizmente o sitio onde iamos tem uma esplanada cá fora. Ficaria calmamente a beber um copo enquanto quem quisesse ia abanar o rabo. Embora quando me apetece também o faça, não gosto de me sentir "obrigado". quem vai, vai, quem está, está.




Sónia é minha amiga e "cumplice" há mais de vinte anos. Conhece perfeitamente a minha opinião a esse respeito e a muitos outros. A ideia era termos uma noite descontraida e acabá-la juntos. Ou não... com as colegas que eu conheço era pouco provável. Com a outra logo se via. Ela também não faz cerimónia se algo lhe interessar.




Senti alguma curiosidade pelo facto de ela lhes ter desvendado o meu blog, o da altura, que andava na "berra". Era fundamentalmente uma compilação de factos de boa memória onde ela também entrava. De certeza que esse pormenor não tinha ela revelado.




Embora não tenha grande quimica com elas, a amizade com Sónia sempre foi uma ponte para alguma confiança pelo que falávamos à vontade. Quando as duas chegaram, a conversa fluiu e, obviamente, foi lá parar. Pelos vistos foi um sucesso. Não paravam de falar no assunto. A coisa complicou quando a Carla, numa tentativa de me provocar me disse:




- Sabes do que estamos a falar?




- Tenho uma ideia...




- Aquele ainda é pior que tu. Dasssse. Devias tentar escrever umas merdas. Não me digas que não tens cenas para contar...




A gargalhada incontida de Sónia e o meu ar de sacana fizeram-na começar a perceber, ainda que devagar, que tinha metido a patinha toda dentro da poça. Corou e ficou a olhar para nós com um sorriso estupido e sacana ao mesmo tempo. Foi salva pela chegada da terceira que eu ainda não conhecia. Ana era muito interessante e fazia questão de dar a entender que sabia disso, o que a fazia perder parte do interesse mas também podia ser desafiante. Feitas as apresentações fui buscar uma rodada. Quando cheguei à mesa vi a sacanice que lhe estavam a fazer: Tinham puxado o mesmo assunto, que pelos vistos a entusiasmou, sem lhe dizerem quem era o autor. Esperei um pouco antes de me chegar à mesa. Sónia sorria-me pelo canto do olho.




- ... Aquela merda é uma tesão... faço ideia, a maior parte deve ser treta mas deve ter um fundo de verdade. É capaz de ser um bluff, mas que eu gostava de conhecer o cromo, lá isso gostava...




Vou pousando as bebidas calmamente, saboreando a carinha de antecipação das outras.




- Sabe do que é que estamos a falar?




Gostei do ar de provocação superioridade ao mesmo tempo...




- Mais ou menos. Tem a ver com blogs, certo?




- Tem a ver com um blog que descobrimos hoje que é uma coisa...




- Uma coisa como?




- O tipo que o escreve é cá um doido... Tá bem, tá...




Sónia olhava para mim com o ar de "acho que hoje ainda papamos esta". As outras não sabiam onde se haviam de enfiar e eu, ainda por cima, estava a gostar de ouví-la. Até porque a sobranceria estava latente e quanto mais subisse maior era o tombo.




- Porque é que acha que é um bluff?




- Porque há ali coisas que só se vêem nos filmes... quem gosta...




- Você não...




- Não ligo.




- Disse que gostava de o conhecer.




- Não digo que não, mas, mais para confirmar o que acho que por outra coisa.




- Muito prazer...


sábado, 23 de fevereiro de 2008

Dassssse!!


Ví por í esta lista num outro blog e como acho que é serviço público, roubei-a descaradamente. É uma lista de sítios onde as pessoas são tratadas como adultos a quem é dada a opção de fumar.


Snob (Rua do Século),

Café de São Bento,

Procópio,

Lamosa (R. Salitre),

Blues Cafe,

Bar do Bairro (sala própria),

VirGula, Coccinella (Paço de Arcos),

Finalmente,

Lips (Os Balões),

Galito (Carnide),

Pinóquio,

Papo Cheio,

Cervejaria Trindade,

Lábios de Vinho,

Mercado do Peixe,

Eclipse,

Doca de Santo,

Gambrinus,

Delfim,

Capricciosa,

Portugália (Cais do Sodré e Almirante Reis),

Pizaria Lucca,

Olivier,

Buddha Bar,

Solar dos Presuntos,

Stop do Bairro (Campo de Ourique)

Restaurante Alfândega,

Santo António de Alfama,

Grande Elias,

A Severa,

República da Cerveja (Parque das Nações),

Belém Bar Café,

Pátio do Lenhador (Cascais),

A Tasca do Careca,

Piazza di Mare,

Via Graça,

City Café,

Ladeira,

The Taste Maker,

Dois ao Quadrado (Sintra),

Forno Velho,

Fonte da Arcada,

Chimarrão (Monsanto),

Pastelaria Flor das Avenidas,

Marisqueira O Nunes, Orange,

O Cantinho dos Caracóis,

Mata-Bicho (Carcavelos),

Solar Pombalino,

El Corte Inglés (restaurante do 7º piso e zona própria no piso de baixo),

Culto da Tasca (Sintra),

Café Astória (Parede),

Suave,

Peixe na Linha (Parede),

Rodelas,

Fox Trot,

Brasileira do Chiado,

People (Campo Pequeno),

O Funil,

Old Vik Bar (Av. Roma),

La Moneda,

Japa,

Pabe,

Masstige,

Caruso,

Os Arcos (Paço de Arcos),

Casa da Dízima (Paço de Arcos),

Come Prima,

Café Inn,

La Moneda,

Gemelli,

Faz Figura,

Mah Jong,

Incógnito,

Bica do Sapato (espaço próprio),

Cup&Cino (Entrecampos),

Maria Caxuxa,

Lounge,

Music Box,

Sacolinha (Cascais),

Lux,

Santa Marta,

O Carteiro,

City Lounge,

Frágil,

Cervejanário (Parque das Nações),

Café Império,

Jamaica (Cais do Sodré),

Pancitas (Queluz),

Apuradinho (Campolide),

Plateau,

Tório (na Tomás Ribeiro,

em frente ao Pingo Doce,

um piso inteiro para fumadores),

Café do Coliseu.


E eu acrescento:


Chafarix

Baga Baga (Carnaxide)

Columbia

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Business Time

video

sábado, 19 de janeiro de 2008

Conversas do...

- Esta conversa está a deixar-me com tesão.

-Isso é bom... É só a conversa?

- Não. Hoje estou tesuda que não é brincadeira.

- Como é que estão os bicos?

- Duros.

- E a amiga?

- Esta conversa está a pô-la molhada...

- Estás de calças ou de saia?

- De calças.

- O que te apetece?

- Apetece-me ter na mão um caralho desconhecido, brincar com ele até começar a pingar...

- ...

- saborear o pingo com a ponta da lingua... engoli-lo, mamá-lo de cima a baixo...

- E depois enfiá-lo? Senti-lo entrar até ao fundo e tornar a sair?

- Simm...

- Estás molhada?

- Já está a latejar...

- Mete a mão dentro das calças e brinca com ela.

- Aqui? O meu colega está mesmo em frente!

- Melhor ainda. Não dizes que ele te dá tesão?

- Sim.

- Imagina que é o dele.

- Hummm

- Está bom? Quero que te venhas de mansinho, sem dar muita bandeira.

- Não sei se consigo...

- Olha-o nos olhos quando te estiveres a vir.

- És louco...

- Isso excita-te?

- Sim...

- Então faz o que te digo.

-...

- A seguir vais à casa-de-banho, tiras uma foto dela, molhadinha, e mandas-me.

- Ele está a olhar para mim. Isto põe-me doida...

- Não te esqueças de o olhar nos olhos.

- Hummm...

"Mensagem Multimédia enviada com sucesso"

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Quarentonas

- Olá! Conta-me...Como correu o teu encontro na outra noite?

- Horrível! Não sei o que se passou!

- Porquê?... Não te deu nem um beijo?

- Sim!!!...Beijou-me tão forte! E mordeu-me os lábios com tanta força que pensei que me ia saltar o implante de colagénio!... Depois começou aacariciar-me o cabelo e soltaram-se algumas extensões que tinha.

- Não me digas que terminou aí?

- Nãooo...!! Depois agarrou-me a cara entre as mãos, até que tive que lhe pedir para parar porque estava a espalhar o botox! Além disso , as minhaspestanas postiças ficaram coladas no seu nariz.

- E não tentou mais nada?

- Sim...começou a fazer-me festas nas pernas. Tive que o travar porque me lembrei que não tinha tido tempo de fazer a depilação, e ao tentar pará-lo,saltaram-me duas unhas postiças. Depois deu-lhe um ataque de luxúria arrebatador e abraçou-me com tanta força que quase mudou a forma dos meus implantes de silicone.

- E depois o que aconteceu?

- Pôs-se a beber champanhe do meu sapato!

- Ai...que romântico!!!

- Romântico?...quase que morre ali mesmo!

- Porquê?

- Porque engoliu o corrector de joanetes e quase que sofocou!

- E depois, o que aconteceu?

- Acreditas que se foi embora???

- Cá para mim, era maricas!...

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Treino Físico I

Com o findar das festividades natalícias e no começo do novo ano, pensei ser uma boa altura para começar a frequentar um ginásio, não longe de onde moro.
Nas aulas disponíveis para o horário que pretendia, apenas as aulas tradicionalmente frequentada por mulheres, melhor assim, sem preconceitos anui a experimentar.
Foi um burburinho quando entrei, mas a professora de imediato me colocou perto de si, como se eu necessita-se de protecção.
Mas, com ,muita pena minha, as alunas estavam efectivamente a precisar de muitas aulas, o mesmo não digo da prof que exibia uma silhueta diga de uma escultura grega.
Não consegui tirar os olhos daquele fato apertado que lhe fazia realçar todo o paraíso prometido e ela percebeu o meu olhar guloso, por entre o suor que já me escorria, devido ao esforço de não mostrar o meu “entusiasmo”.
Sempre que pode, ela vinha-me corrigir, suave e delicadamente os movimentos, aproveitando para me tocar durante mais tempo do que o necessário e eu deixa-me errar.
Consegui chegar ao final sem dar muita “bandeira”, quanto ao estado de “emoção” e aproveitando a saída em manada das alunas dirigi-me à prof e solicitei alguns exercícios para me aperfeiçoar em casa, assim na próxima aula não teria tanto para corrigir.
Ela respondeu que corrigir era a função dela e que tinha tido muito prazer por ter tido o seu primeiro aluno homem.
Insisti para que me desse um “esquema” por onde eu pudesse treinar, ela olhando em redor respondeu para a acompanhar ao gabinete reservado aos instrutores.
Todo transpirado acompanhei-a e entramos num local onde apenas existia uma secretária e um armário, num piso da subcave do ginásio. Ela tirou um toalha do armário e começou a secar a transpiração e atirou-me com outra para que procedesse de igual modo. Em vez disso, dirigi-me a ela e comecei a secar-lhe o suor do rosto, ela pareceu receptiva, continuei pelo pescoço e ombros. Ela pediu que parasse, poderia entrar alguém, explicou que as suas colegas aproveitavam os intervalos para irem ali trocar de roupa para a aula seguinte. Mas as aulas seguintes já tinham iniciado, pelo que ignorei o aviso, ela apressou-se a trancar a porta.
Foi dado o sinal verde, puxei-a para mim e beijei-a intensa e profundamente. Ela por sua vez respondia de uma forma enérgica, parecendo uma cobra enrolada no meu corpo. Senti os seus calcanhares nas minhas costas e os seus dedos a rasgarem-me a camisola, eu segurei-a pelas nádegas rijas e prometedoras.
Passamos uns bons 10 minutos no “esfreganço” suspenso, até que ela saiu do meu colo e pediu que espera-se. Anui curioso. Agora com calma ela ajoelhou-se e puxou-me os calções, num só movimento, para baixo, deixando todo o meu vigor exposto. Beijo-me a cabeça devagar, passando a língua por todo o pescoço erecto até chegar aos testículos, que beijou suavemente, num repente elevou-se e engoliu-me quase todo num impulso o que me provocou uma vontade enorme de a agarrar até ao fundo, ela desviou-me e cuspiu-me na cabeça, de seguida tentou de novo engoli-lo de novo, desta feita quase até ao fundo.
Masturbou-me a olhar-me nos olhos e perguntou se eu estava a gostar, respondi que estava a adorar nunca antes me tinham dado semelhante prazer. Ela sentiu prazer no que ouviu e tentou de novo desta vez engoliu-o todo, senti o aperto da sua garganta na cabeça do pénis, como se estivesse a penetrar numa vulva apertadinha.
Tive de a parar antes que me viesse e eu não queria terminar daquele modo, pelo que, segurando-lhe a cabeça, fiz-lhe chegar a boca ao alcance da minha e beijei-a cheio de tesão. A roupa desapareceu-lhe como num passe de magia e ela sentou-se sobre a secretária, exibindo-me a cona carnuda e depilada, avancei para a beijar ela não me deixou, puxou-me a cabeça para a sua boca e com as pernas puxou-me para que a penetra-se. Fiz-lhe a vontade, mas muito lentamente, só a cabeça. Ela gemia e puxava-me e eu penetrei um pouco mais. Aproveitei para lhe conhecer as mamas, não muito grandes, mas muito bem feitas e rijas, com uns mamilos convidativos, beijei-os avidamente e ela sempre a gemer pediu que a penetra-se até ao fundo, não resisti mais e dei-lhe o que ela me pedia. Num ritmo hilariante e com fortes e ritmadas estocadas até ao fundo da vulva, senti que ela se estava a vir, até porque as unhadas nos meus braços mostravam a sensação que ela estava a ter.
Quase gritou, mas abafei o inevitável grito com a minha língua completamente dentro da sua boca, ela completamente louca, mordeu-me a língua num espasmo que me deu um enorme prazer e não me permitiu controlar mais, afastei-lhe um pouco mais as pernas e penetrei até onde foi possível, percebendo que ela me acompanharia no desfecho final.
Pouco depois senti que ela, de novo, se preparava para ter prazer e eu não resisti a inundá-la com o todo o meu esperma em perfeita harmonia e uníssono de gemido contido.
Ficamos um pouco mais naquela posição, beijando-nos e acariciando os corpos, até a posição se tornar desconfortável.
Com jeito sai do meio das suas, tremelicastes, pernas e recuei um pouco, ajudei-a a levantar. Ela com olhar malandro disse-me: “O próximo mês de aulas são à borla e temos de treinar mais vezes este tipo de exercícios.”
Respondi-lhe: “Até amanhã ???”.
Beijamo-nos de novo e saí para os balneários masculinos, sem camisola.

Ó meu jamigos, balha-me deus...


Tinha acabado de fazer um post e estava a ler os comentários dos anteriores quando eles chegaram. Vinham
bem dispostos como de costume.
Quiseram ver o que eu tinha escrito de novo. Um pouco renitente mostrei-lhes:
- Tens a certeza que não sabes quem são esses dois?
- Tenho uma certa sensação de “dejá vu”
- Este agora já fode connosco na net…
- E diz que não nos conhece…
- Olha que está bonitinho.
- Deu até uma tesãozinha…
-
Vem cá amor, deixa ver… Ui!! Tesãozinha é?
Enquanto eu fazia o meu ar de compenetrado no que estava a fazer, Ela, sentada na outra cadeira do escritório, tirou-lhe o pénis para fora e começou a chupá-lo. Chupou-o durante um bocado enquanto ele gemia de prazer. Ela faz isso como quase ninguém. Eu continuava a fazer o ar de quem não estava a dar por nada, até que Ele foi à casa de banho. Ela pôs os pés em cima da secretária, mesmo ao meu lado, descobrindo as pernas.
- Para quem estava com essa tesão toda estás muito distante. Não me digas que já estiveste a fazer porcarias…
Olhei-a nos olhos. Estava com o “olhar de convite” que a caracteriza, a que eu não consigo resistir.
Brinquei com os dedos dos pés, acariciei-a ao longo das pernas. Ela olhou fixamente para mim, ao mesmo tempo que puxou a cueca para o lado mostrando-me onde queria que eu a acariciasse. Pus-me a brincar com o
dedo no clitóris. De vez em quando enfiava-lho na cona. Ela fazia um ar de prazer que me deixa doido.
Ele entretanto chegou. Ela puxou-me para o meio das pernas e para baixo para que lhe fizesse algo que adora, e que Ela sabe que eu adoro. Fico num “estado” que até dói. Ela adora esfregar a perna e sentir a tesão. Quando estou sem cuecas como na altura, a fricção da ganga, apesar de doer um pouco, dá-me mais tesão ainda.
Entretanto fazia-lhe um broche maravilhoso. Apesar de estar a adorar o que estava a fazer comecei a sentir uma invejazinha e uma enorme vontade de me juntar à festa. O “Zézinho” estava a ganhar vida própria e lutava para sair das calças.
Levantei-me, ficando do outro lado da cadeira, e deixei cair as calças. Ela agarrou-o e começou a chupar os dois, um de cada vez. Num aspecto esta modalidade não me agrada tanto. Eu gosto destas coisas feitas com muita calma, como ela sabe fazer. Com dois é muito mais o “agora sou eu”. Mas o facto é que dá uma tesão maluca.
Com uma pequena “acrobacia” conseguimos que ela chegasse aos dois ao mesmo tempo. Olhando para nós com uma expressão de quem já não aguentava mais propôs que fossemos para o quarto.
Deitei-me em cima da cama, ficando a jeito. Enquanto ela me chupava, de quatro, ele fazia-lhe o mesmo até que não aguentou mais e penetrou-a. A visão dele a fodê-la ao mesmo tempo punha-me doido. O gajo estava a ficar maluco pela mesma razão. Adora vê-la a fazer um broche a outro.
Ela trocou de posição “sentando-se” em cima de mim para agora o chupar a ele. A entrada “de rompante” deu-me um arrepio que me percorreu o corpo todo. O prazer era enorme. As nádegas dela contra a minha pélvis, a penetração completa que permitia sentir o colo do útero, ao mesmo tempo que o engolia, estavam a pôr-me doido.
Deitou-o na cama e montou-o de frente. A visão dela em cima dele com o caralho a entrar e a sair era um espectáculo. Só para quem já viu de perto…
- Come o meu cú ... vai…
Encostei a cabeça à entrada daquele cuzinho maravilhoso, fazendo uma pequena pressão, de forma a permitir-lhe enfiar-se sem se aleijar, à medida que lhe era agradável. Ela começou a mexer-se e a cabeça entrou quase de imediato. Eu já estava doido e fiz também porque a penetração ocorresse. Não aguentava aquilo. Ela adora dupla penetração e nós também. Fiquei um pouco assim a penetrar aquele cú maravilhoso o que suscitou a inveja dele.
Dei por mim na posição inversa, deitado na cama, com ela em cima de mim e com ele a enrabá-la.
Adoro ter as mamas dela sobre a minha cara. Agarrá-las, chupá-las, morder os mamilos (sem aleijar), enquanto o sinto mesmo ao lado a entrar e a sair. Estava tudo maluco.
- Comam os dois a minha cona. Adoro ter os dois caralhos dentro dela.
Ele assim fez. Este tipo de penetração é um espectáculo porque de repente tudo fica mais apertado. À medida que um entra em processo de explosão, o aumento dai resultante normalmente provoca a mesma reacção no outro e foi o que acnteceu.
Viemo-nos os dois ao mesmo tempo, quando ela, que tinha começado antes, ainda estava em pleno orgasmo. Que espectáculo. Durante um bocado só conseguimos mexer os olhinhos.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Entendimento

- Qual a razão de me teres colocado um dedo no ânus?

- Pensei que gostasses!

- Mas não, efectivamente preferia que não voltasses a fazê-lo.

- Não entendo. Não gostas que te meta um dedo no cu, no entanto queres enfiar-me o “mangalho” todas as vezes que fazemos sexo.

- Isso não é verdade, nunca tentei.

- Se calhar devias …

- Não! Não existe razão nenhuma para penetrar num local difícil, quando a uma distância mínima posso encontrar o paraíso.

- Mas não tens sequer curiosidade.

- Por acaso não, até porque nunca o vi em pormenor.

- Por isso mesmo! Imagina que tenho um acidente, nunca irias reconhecer o meu rabo.

- Não concebo um acidente em que os teus dedos e a cabeça fiquem irreconhecíveis e o rabo em condições.

- Mesmo assim, devias conhecer-me melhor.

- Tudo bem! Mostra-me o rabo.

- Uh, muito interessante, engraçado e parece apertadinho.

- Vês eu não te dizia.

- Será que podemos ….

- Tira daí a ideia, nem penses, aí só para sair!!!!

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

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quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Conversas...

- Bom dia.

- Olá!!

- Estou a encher a banheira. Vou-me enfiar lá dentro.

- Que inveja...

- Vens?

- Adoro quando me provocas...

- Quem disse que é provocação?

- Não tens aí ninguém?

- Não.

- Nem aparece?

- Já liguei a confirmar. Quanto tempo demoras?

- Vinte minutos. Morada?

- XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX

- Até já.

Dlim Dlão

- Olá

- Olá

- Prazer em conhecer-te

- Igualmente.